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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Desapego

De uns tempos pra cá tenho me tornado uma pessoa mais prática. Pratica no sentido de manter o essencial. Claro que o supérfulo é bem vindo mas não sou lá muito de coisinhas mil. Exemplo disso é o período de final de ano, que cai próximo ao meu aniversário. Há uns 3 anos ganho coisinhas e logo dou um jeito de aproveitá-las da melhor forma, sendo trocando por algo de meu maior interesse ou utilidade, sendo passando adiante coisas que teriam melhor uso por outrem.
Existe é claro certo apego ao que se ganha mas se não terá uso por que mantê-lo? Quantas coisas guardamos para dizer: "um dia vou usar"? Acho que com o passar do tempo e mais consciente da nossa finitude podemos experimentar as coisas de maneira mais verdadeira e prática. Tão bom passar adiante algo que agrada o outro, ou trocar por algo menor, mais simples mas do seu agrado. Bom mesmo é não deixar essa energia parada!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Pé-na-jaca natalino - a missão

Eh, pois eh... Final de ano, cumple años.... Pé-na-jaca total.
A começar pelo dia 20, b-day no bar Cigana com direito a zouk later on no Carioca Club na festa do branco. Encontro com Morfeu as 03:30am. Sexta, consegui chegar ao trabalho a las diez, e ala noche fui ao churrasco de final de ano da academia. Papo vai papo vem, vamos sair? Vamos! Balada até as 04:30am. Morfeu as 0:00am.
Sabadão, balada light, shor do Maurício Gasperini - do Rádio Táxi lembra? - atá as 02:00am. Morfeu as 03:00hs. Domingones, forças recuperadas para a última noite de zouk do ano, arrive et diez, departure et quatre, com direito a lanche na padaria Bella Paulista e Morfeu et 06:30am com direito a embaçamento de vidro do carro...... Curiosamente levantei as 14:00hs pronta pra próxima....Well, well, well. ho-ho-ho. Feliz Navidad!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Pé-na-jaca natalino

Gentem, que gostoso escrever um blog e ter leitores que te cobram para escrever. Apesar de serem dois, ou melhor duas leitoras que se manifestam, fico muito feliz com o fato. É um estimulo e uma honra ter leitoras desse naipe!
Bom, os últimos pensamentos não são la nada incríveis mas permeiam minha caxola lately.......
Duas semanas atrás fui a uma festa do pessoal do zouk, na cobertura de um prédio. E rapa, mas que cobertura! Vigésimo quarto andar, pra quem esta acostumado a morar em casa e um tanto distante do solo não? Anyway, achei que cinheceria novas pessoas... ledo engano. So tinha o pessoal de sempre, assi como jô, que curte uma boa dança. Confesso que o menos fiz foi dançar, estava gostoso curtir o lugar, as pessoas, fazer bagunça na cozinha, perguntando se tinha docinho, ao que um amigo respondia "tem tres aqui, serve?".
A festa foi indo, indo e como era sexta feira podiamos ficar ate tarde. Well, fui nanar as 5 de la matina, com direito a deixar a cama as 7 da noite do sabado. Nao vi o sabado passar. E de noite, teve costela no forno na casa de outra amigo da dança e parecia que a festa de sexta continuasva por la, na casa do Mauricio ao som dos show do The Police, 20 anos depois.....Muito bom!
E esse domingo teve um "quê" de semelhante com essa balada de sexta.
Fui ao “baile” e abusei um pouco, já em clima natalino-férias-encerramentodetrabalhos-saidadaempresa. Fui ficando, ficando, curtindo e acabei saindo as 2 de la matina – ate que cedo em comparação a outra festa. Na saída fiquei de papo com uma amiga sobre relacionamentos e tal e ao pegar o caaro, passando na porta do “baile” vejo dois amigos de saída os quais convidam, a mim e mais uma conhecida, a tomar um lanche. E la vamos nos pra galeria dos paes tomar uma coca zero, chocolate quente com sanduíche de queijo branco na chapa....hmmmmm que delicia....
Parti para os braços de Morfeu as 0330hs.... levantei três horas depois, aparentemente bem (sic), fuia a fisioterapia depois ao trabalho. Até que, com o cair da tarde meu prazo de validade começou a expirar. Tico e teco já não estavam lá muito bem sabe..... Cheguei em casa, meio que por osmose, cai na cama às sete da noite e lá fiquei por doze horas. Acredito que hoje estou melhorzinha, a considerar que quando cheguei no escritório o motoboy Alan elogiou meus cabelos soltos, que costumo deixar presos ao trabalhar.... O que me lembra a piada de cabelo que parece ladrão, ora esta preso, ora esta armado. Mas o meu se comporta direitinho.
Beijo meninas!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Meu tempo no Brás

Estou em despedida do bairro do Brás - pelo menos, assim espero - onde trabalhei nos últimos cinco anos. E por conta desse longo período de convivência com árabes, coreanos, chineses, bolivianos e cearenses, e parecer uma extra-terrestre no meio desse povo, acabei conhecendo algumas figurinhas que fizeram parte do meu dia-a-dia "naquele país". Muitos não sei o nome mas conheço de vista e cumprimento quase que diariamente.
O dono da serralheria da rua rio bonito, o dono do bar seu Jose , o dono da banca de jornal em que comprava zona azul, a Lucia dona do restaurante Grão de Trigo muito bom e barato, comida cairinha, a conhecida de corrida que também almoça lá, a Simone da Doce Sensação. A garçonete do bar da esquina da rua bresser que tem um bife a parmeggiana fantástico. A atendente do kid pastel que tem um frango xadrez delicioso, o Marcio que instalou alarme no carro e quebra qualquer galho referente a acessorios; o Michel que entende de reforma de carro me indica profissionais de confiança em questões elétricas, funilarísticas e outras. A moça da mercearia da Rua Bresser, que pensou que eu tivesse loja por lá e me indicou uma loja de bolsas ao lado do mercadinho. Os mestres-de-obra Homero, Preto, Bileca, Zé Neto, o Sr. Carmine que vende e conserta máquinas de costura, a Dona Hilda costureira, um amor de pessoa, e o pessoal da Castro Lub que trocava meu óleo (sic) sempre que precisava e a "Cinderlady", um amor de pessoa e exemplo e vida com quem meu santo bateu logo de cara e que disse que esqueci de citá-la por aqui. Esqueci não amor, você é inesquecível!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Me gusta bailar!

Nos últimos cinco anos venho desenvolvendo um hábito que virou vício. Esse vício se chama zouk, um tipo de “lambada francesa”.
Segundo o Wikipedia…(versão resumida-editada ok?) “Zouk é um estilo musical criado no inicio dos anos 80 originado nas Ilhas Francesas de Guadalupe e Martinica. Tem origem na música kompa - procura no google - do Haiti, e cadence music de Republica Dominicana. Zouk significa “festa” em dialeto “creole” da França com influências inglesas e africanas. Na Europa é particularmente popular na frança, e na américa do norte na província canadense de Quebec, enquanto nas ilhas africanas de cabo verde foi desenvolvido um estilo particular de zouk. Zouk e dançado no brasil com uma versão modificada, mais lenta, suave e mais sensual da lambada.
Ontem fui a minha dose semanal de zouk-terapia. O trabalho está moroso, a empresa está fechando; então me dei ao luxo de enfiar o pé na jaca e ficar até mais tarde. E o que é bacana dessa história é encontrar pessoas, bater papo, falar besteira, brincar, se arrumar, rebolar, seduzir, enfim, uma delicia. E isso tudo é que vicia. Há vezes em que vou a terapia-dançante e me pergunto o que estou fazendo. E várias vezes essa dúvida passa, sai voando como uma nuvem pois a música me coloca num estado de espírito alucinógeno. Ainda preciso desenvolver mais esse raciocínio. Quem curte dançar entende...