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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Another spring

Pré-vespera de cumple anos, quinta feira tinha amigo secreto da empresa. Foi bacana, todo mundo reunido no bar Senzala e dois amigos secretos rolando ao mesmo tempo. Nem era assim tão secreto, pois cada um que aparecia no centro da roda já "cantava" o amigo secreto de cara. E com tanta gente, afinal eram duas empresas juntas ali a coisa demorou um pouco. Dai me afastei pra papear com o povo quando de repente me chamam, avisando que meu amigo secreto me chamava. E era minha chefe!Que bacana! Mas passei vexame, pois ela disse que tinha feito um belo discurso pra mim e eu nem escutara... Vou pagar um tempo por essa "falta".... mas ganhei um brinco maravilhoso da chefinha! "Muito obrigada Dina!"
Amigo vai, amigo vem, lá pelas 2330hs já estava satisfeita e cansada, com vontade de ir pra camita. Ao me dirigir ao diretor da empresa para me despedir escuto “vamos pra balada..." Ao que pensei "Vai indo que eu já vou".... fala serio? Resumindo, no dia seguinte o babado era essa fugida do "chefe" pra balada, mulher e filho procurando-o de madrugada no telefone e o cara devia estar pra la de Bagdá! Belo chefe não e mesmo??? Q vergonha... Da pra levar a serio esse tipo de pessoa?Ai entra aquela máxima do "faça o que eu digo, não faça o q eu faço".Véspera de cumple anos, chegamos mais tarde ao office para limpar as gavetas e ver fotitos da noite anterior e dar boas risadas. La pelo meio dia fui buscar o bolo que encomendei para comer junto com a turma da arquitetura, almoçamos no restaurante japonês, e confesso que exagerei um pouco pois acordando tarde mal tomei café da manha então o abastecimento foi na hora do almoço mesmo...Voltando pra o escritório minha cara colega arquiteta Marlene diz que precisa comprar um presente no shopping e pede minha companhia. Reluto mas vou. E qual não e minha surpresa quando lhe mostro um brinco que admiro e ela me da de presente! Q gosotoso! Q surpresa boa! Volto ao escritório e sobre minha mesa encontro um belo arranjo de flores oferecido pela empresa e um presente do Boticario, dado pela secretaria Solange. Outra grande surpresa q me deixou muito feliz! A noite fui bailar zouk com direito de roda de aniversario com uma musica de minha escolha! Muito bom! Valeu!
Sabadao, dia natalino, marquei almoço com amigos na Mercearia São Roque, no jockey club, lugar aberto, gostoso com vista para a cidade e direito de ver alguns pareos também. Data difícil, veio pouca gente, mas foi como queria, no sossego, num lugar tranqüilo. Mas não estava muito presente, aguardava ansiosamente noticia de um namoro recente mas a distancia. O prognostico era de ausência, mas no fundo esperava algo. Um sinal, uma luz,uma surpresa, quee gnostico era evem, la não veio. Voltei para casa, tentei entrar em contato e "nada". Me comi por dentro, preocupada, insegura ansiosa, tinha planos de encontrá-lo para um beijo ao menos. Tive q me contentar com "nada' disso, mas felizmente o contato de uma amiga me colocou nos eixos para perceber que fiz o que podia. Meu amor próprio estava se esvaindo poxa! Estava pronta e disponivel e não tinha retorno algum! O que é isso meu D´s???
Nesta mesma noite tinha o casamento de conhecidos e decidi não ir para sentir pena de mim mesma e ficar em casa aguardando algum possível contato. Nesse meio-tempo minha irmã manda uma mensagem via cel dizendo que o local do casório era lindo e que deveria comparecer. Respondi q talvez fosse, mas no fundo não estava lá muito animada. Bom, quando apareceu o anuncio do programa zorra total na televisão, a duvida sumiu, me troquei e fui! E não e que foi bom? Cumprimentar os pais dos noivos que me conhecem de pequena, encontrar amigos de meus pais, ser bem recebida e elogiada. Muito bom! E, de quebra ver um bartender charmoso que me ofereceu uma bebida. Depois não conseguia tirar os olhos dele, o que parecia recíproco, mas suave. Numa segunda oportunidade ele ofereceu bebida novamente o que declinei, mas disse que gostaria de convidá-lo para dançar e que era uma pena ele não poder por estar trabalhando. Mas deixou claro que toparia a dança. Sai do salão para tomar um café e comer um docinho na recepção e votei ao salão para ver se o encontrava novamente. Levou um tempo até identificá-lo num canto do salão e resolvi me despedir da mãe da noiva avistando-o ao fundo. Após cumprimentá-la planejava me despedir do rapaz, que também se movimentou em minha direção. Agradeci a bebida, elogiei e disse que, como ele não havia dançado comigo, iria embora. Ao que ele disse q gostaria de me ver novamente. Pedi seu email, ele disse para tentar decorar seu telefone. Saquei meu cartão de visitas e passei adiante, ele perguntando se eu queria que ligasse,e disse q sim - e claro meu bem - e disse que gostou do meu vestido...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Gone

Hoje de manha soube que minha tia faleceu. A Maria Luiza, na verdade prima da minha mae, morava em S. J. do Rio Preto a mais de 25 anos, era uma lutadora, guerreira. Durona e dura na queda, de perfil forte, sem rodeios, direta, assertiva, pontual e ao mesmo tempo sensivel, perceptiva. Essa era a Isa que conheci e que muito me ajudou a crescer. Em varios sentidos. Era uma "tia" com T maiusculo. Separou-se do marido com os filhos pequenos e criou os dois homens incriveis: Uriel e Eliau. Criei o habito de visita-la uma ou duas vezes por ano. Ir para o "interior" me fazia um bem... Ficar com pessoas que levam uma vida de ritmo diferente, raciocinio diferente, relaçoes diferentes, mais proximas, mais simples e honestas, sem esperar nada em troca. Lembro que certa vez passei o final de ano por la, o jantar era na casa da vizinha da frente. Estavamos eu e minha irma encontrando pessoas pela primeira vez e, no meio de uma conversa um convite para visitar a fazenda de alguem! Onde em sao paulo ocorreria um convite desses? Impensavel! Assim, de sopetao! Tamanha a entrega entre as pessoas. Encantador. Algo que muito me cativa, o contato entre as pessoas, livre de pré-julgamentos e desconfiança de quem vive numa cidade como Sao Paulo. Encerra-seum ciclo, mas o aprendizado com ela permanece. Obrigada Isa.
Dias depois um amigo dela manda email com o seguinte poema:

DESPEDIDA PARA UMA AMIGA

E quando o amanhã chegar,E aquela porta eu abrir
Tu, no lugar não vais estar
Mas tua presença vou sentir
Todos momentos guardaremos
Deixa cair essa lágrima contida
Pelo bom passado que já vivemos
Nossa vida, teve pequenos nadas
E, um ou outro momento importante
Dados por sentimentos que não eram fadas
Que nos deixaram esta amizade cintilante

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Que nem tubarao

Sou peixão mas ontem nadei que nem um tubarão. Que orgulho! Quase um kilometro de travessia.
Um ano atras começei a praticar hidroginastica por indicaçao - e falta de opção - medica.
Dores nas costas restringiram minhas opçoes esportivas e endorfinicas e para evitar ou ao menos, minimizar qualquer tipo de impacto nas articulaçoes me foi recomendado hidro-ginastica como a opçao derradeira. Derradeira para moi porque nunca fui muito la de "agua". Sou sagitariana, ao contrario, fogo! rss Bom, mas retomando, mesmo fazendo hidro minhas costinhas ainda doiam vez ou outra e, com uma crise apos uma viagem de 6 horas de onibus nao segurei a onda e busquei algo talvez "mais" light. Comecei a nadar apenas. Pelo menos era algo sem impacto e que poderia praticar no meu ritmo, sem ter que seguir a musica batidao da hidro; que por sinal era uma aula muito boa. Comecei a nadar ha 7 meses e aos poucos fui descobrindo o que seria "nadar" propriamente. Nadar para mim era apenas crawn, peito e costas e so. Borboleta nem pensar ja que as costas nao guentam. Ainda masi depois do nadador Cesar Cielo ganha ouro nos 50 metros livre nas olimpiadas de Pequim, e claro que fiquei estimulada. E começei a curtir assistir nataçao na televisao. É claro que a transmissao olimpica ajudava, e muito a gostar da "coisa". A começar pela aquitetura do "cubo d´água", da filmagem submersa, das vestimentas dos nadadores dos corpos torneados como tubarões para ter o menor atrito possivel com a agua. Enfim, um show de esporte.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Encontro

Semana passada conheci um rapaz no casamento de uma amiga. E não é que começamos a conversar e ele começou a me encantar? Fora o belo par de olhos azuis adornados por longos cílios que pareciam esculpidos com curvex, tinha muita historia pra contar. E começou me cativando contando sobre sua ida a Grécia, aos dezoito anos, atrás de uma namorada que conheceu por aqui. Papo vai, papo vem, papo gostoso, inteligente, às vezes desafiador e surpreendente rendeu uma troca de atenção mútua, da qual varias vezes me desviava por timidez. Mas logo voltava o olhar e buscava atenção novamente. Uma medida da qual não sabia a dose, mas sabia que a queria. Após algum tempo ele iria embora pois veio acompanhando um amigo dos noivos. Ao que eles partiam, iriam ao local onde costumo dançar aos finais de semana e, naquele dia uma amiga comemorava o aniversário no mesmo local. Ótima desculpa para deixar o casamento e partir em direção ao baile. O desejo me guiava. Parti sem muita explicação, mas com vontade. Isso era fato! Vontade de experimentar algo novo, e algo me atraia fortemente nessa direção. Lá chegando fui cumprimentando os amigos e apresentando o Fabio. Comecei a lhe ensinar alguns passos de dança, um pouco sem jeito eu, e ele ate que se virava bem. Saia um pouco e voltava. Também queria mostrar que sabia dançar e conseqüentemente, seduzir. Ficamos tentando os passos que aos poucos saiam. E num dessas passos eis que a volta de um giro resultou em um beijo. Um beijo natural, no tempo certo, suave, agradável e carinhoso. Depois, mais um pouco de beijo. Depois sentei com uns amigos, ele foi ao toallete e na volta abaixou, beijei sua bochecha e ele beijou minha boa. Na saída, nosso amigo comum e cúmplice, o Cesar, atende o telefone - era a namorada - e para distrair, mais beijos. Ao lado do carro, antes de partir, mais beijo e uma vontade de não largar mais. Nesse meio tempo, ainda dançando me pediu o telefone, ao que lhe ofereci meu cartão de visitas. Passei a segunda feira feliz da vida e ansiosa por um contato. Quando será que o faria? E qual não foi minha surpresa, ao final da tarde desse mesmo dia receber uma mensagem por celular que dizia: "aposto que pensou que levaria uma semana para entrar em contato, se o fizesse!". Parei! Feliz! Que gostoso! Que delicia! Caprichei na resposta:"Que delicia receber sua mensagem a caminho de casa. Saiba que ganhastes uma estrelinha de premio!"

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Born to be alive

- defender um ponto de vista, escolher um lado
- fazer fisio no Sesi, fazer amigos por la e se divertir
- achar uma roupitcha bacaninha
- achar um oculos escuro maneiro
- amigos na academia, viajar com turma da academia
- nadar 30 piscinas, 840m
- se relacionar com os varios deptos do trabalho, falar com todos
- encontrar povo da dança, curtir um zouk
- dividir esse prazer com amigos, gravar musica para eles
- procurar musica na net, montar cds bacanas
- saber um pouco mais das pessoas, conhecer um pouco mais
- "engolir menos"
- falar com a Dona Fatima, faxineira da academia
- gravar cd de zouk para Dona Fatima
- fofocar sobre homem com a Neusa
- aprender a perceber como as coisas me "batem".
- perceber se o que incomoda no outro é o que incomoda em mim e descobrir como isso acontece é a melhor parte!
- estar "presente"
- perceber que um leve sotaque carioca me tira do sério
- me chamarem de "gatona" me tira do sério
- me chamarem de "nana" me deixa feliz

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Caça e caçador


Xeeeeeeeenteeeeeeeeeeeeee, terça passada, 12 de agosto tive uma experiência inédita in my life. Fui ao show do Fábio Júnior pela prima vez! E não é que foi bom!!! Ele cantou cada coisa linda...... Mas confesso que fui lá para ouvir exclusivamente uma única música: justamente o tema desse "post". E não é que foi a última que ele tocou??? Mas tirando isso, ainda ouvi várias que nem lembrava que conhecia..... Senta aqui..... As metades da laranja....... coisa linda de se ver! E ouvir! Ah! Tinha também a famosa mexida nos cabelos da nuca, tinha muito "caramba" enquanto conversava com o público e, como não podia faltar tinha o famoso jargão do Fáh - íntima eu nao? - "brigaduuuuuuuu". Foi liiiiiiindoooo! Bacana mesmo! Som muito bom, puta banda, quatro backing vocals fantásticos que dão palhinha no intervalo quando Fabio vai dar um gole de água ou não sei o que, iluminaçao e cenario nota dez! Me curvo ao "cara" e a banda de qualidade! Ele tem carisma e canta! Falando em cantar, adoro a letra da "música tema" acima. Presta atenção: "você pintou como um sonhooooooooo, eu fui atras com tudo".....



quinta-feira, 24 de julho de 2008

Arqui-pérolas

Aqui na construtora onde estou ha alguns meses tenho aprendido varias maneiras inovadoras e criativas de se expressar como por exemplo:
- rangada: tomar uma chamada do boss
- xuxada: idem anterior
- hora da "soca": hora de dolce far niente
- comi palhacitos: ou seja, to f*, nervosa
- "ema, ema ema, cad um com seus pobrema" : auto-explicativo
- "está no construtivo" - resposta para qualquer pergunta que qualquer meliante possa fazer a respeito de qualquer projeto, ou qualquer outra coisa. melhor que o google!!!
- "bobaaaaaaaaaaaaagem": sem comentários
- "yoooouuuuuuuuuu????????": quem eeeeeeeeeuuuuuu?????? mico na aula de inglês de um amigo do Ibsen
- "coisinha" - apelido da Mariane dado pelo Serginho
- "Perinha": apelido do Alexandre após literalmente sentar na pêra!
- "13.864 bolos": numero de bolos que o Alexandre comprou em promoção por R$ 0,99 nas lojas americanas
- "Ebony and Ivory": tema musical de nosso consultor de informática Everaldo
- Exto, Eta, Eca, Eto: variedade de empresas dentro de uma mesma empresa
- Caxingui Towers: empreendimento a ser lançado pela Exto Engenharia em 2009
- "Foder": encarte de apresentaçao do empreendimento Caxingui Towers
- "bomba na vila olimpia": susto no predio construido pela Exto e sindico Ibsen
- "Robertada": nem sei explicar..... preciso desenvolver o tema. Pode ser tanta coisa, é tão vasta a expressão mas uma forma de explicar seria colocar a carroça na frente dos bois, meter os pés pelas mãos e por aí vai.
- só tem scanner que é competente
- porque você não passa um batom e arruma o cabelo?
- fiz convênio com um cabaleireiro ótimo
- Jabaculê Tower, Katinguelê Tower, Ileaiê Tower, Zimbabuê Tower - Caxingui Interprise
- Sobre o empreendimento Reserva Verde:
O concreto dos pilares subsolo não curou. Esta esfarelando.
"Amarra o prédio no Xixá!"
"Fazer um Xixá de transição".
Xixá ( Sterculia chicha ) - Árvore de grande porte, tronco liso, perde as folhas durante a floração. Cachos de pequenas flores pintadas de vermelho e alaranjado.
- "Cada um no seu quadrado"
- "
Circle of life", musica do Elton John traduzida como: “circo da vida”
E nos - do depto de arquit - estamos no picadeiro equilibrando pratinhos, fazendo malabarismo, de ponta cabeça no trapézio, ou com a cabeça na boca do leão...
- Na interpretaçao de Marileide, todos fazendo mágica...todos têm um pouco de mágicos. Principalmente uma turma que é chegada num holofote, sempre escondendo uma carta na manga e prestes a serrar o corpo de alguém...
O dono do circo é um empresário louco com olhos azuis e muita disposição.. usa calça com culotes, grandes botas lustradas... às vezes grita muito com os artistas pra se fazer ouvir. É chegado em luxo, gosta do que é bom... mas a verdade é que se não fossem os artistas jamais seria o dono do circo!!!




E hoje, 2017, dez anos depois estou de volta.
A empresa mudou de nome mas o dono é o mesmo.
E o aprendizado de obra continua. trincadura = fissura no concreto
circuito = curto-circuito

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Change of mind

Terapia tem dessas coisas... coisas que mudam a cabeça, ou melhor, abrem a cuca. As vezes da vontade de fugir, largar tudo e mandar a m*. Depois a gente cai na real e ve que precisa de ajuda. Alguns admitem, outros noa. Mas confesso que sou meio dura nesse quesito. Curto uma certa independencia mas no fundo a carencia esta la pra ser preenchida. E é tao bom quando podemos nos apreciar um pouco, dar um pouco de credito. Mesmo assim venho percebendo o quao dura sou comigo e consequentemente com o que esta a minha volta. Pode ate nao parecer nas açoes mas nas ideias.....vixxx Nao do conta. Piro vez em quando. Por conta disso evito certas coisas por nao se encaixarem nesse padrao de raciocinio, evito riscos que considere muito grandes para mim - como adquirir um imovel por exemplo. Nem gosto de fazer compra parcelada no cartao de credito! Da pra imaginar? Essa pouca flexibilidade tambem me ataca aas costas. Na verdade o corpo todo. Vai travando o peito, a garganta, o pescoço, ombros, cervical e lombar. Dai estou sempre tratando, cuidadno, ou buscando ser cuidada? E como gosto das coisas prontas, por assim dizer, as vezes tambem tenho vontade de desistir do tratamento, nao vejo resultado, ou nao enxergo resultado. Quero as coisas mais rapido. No trabalho tambem. Comoeço a fazer algo e quero desenvolver, render, me sentir produtiva e, as vezes isso noa acontece e desanimo um pouco. As coisas "grandes" me assustam. Mas o que seriam coisas grandes? Por que me apequeno diante delas, sejam coisas ou pessoas? Mas no fundo contenho uma energia que me aperta e prende, nao me deixo soltar e viver mais leve, tranquila. E isso vira um habito, um belo mau habito de longo prazo que aprisionas e fica tudo nublado quando algo novo aparece. Dificil mudar a forma de pensar agir e reagir. Estamos aqui para aprender. Mas o pior é quando se acha que o que se sabe é o melhor, está certo e nada vai mudar isso. Parece o estagio de cegueira do Castañeda em "A erva do diabo".

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Cai, bati, machuquei

E não é que caí de maduro sabadão passado??? E o pior é que foi...... em casa!!!!!Estava a passar pelo corredor quando me deparei com uma cadeira num lugar que normalmente não é o dela - no corredor fazendo não sei o que. Na verdade la estava a bendita e ao passar por ela meu sapato de bico fino "ficou". achei q ia passar mas o bendito ficou! enfiei os dois joelhitos no chao com direito a cair sobre a pernadireita, com um prato de vidro - vazio - na mao direita e, detalhe: o pratinho noa otocou o chao! permaneceu intacto na minha mao. coisas de jogador de voley......... aqueles tempos em q buscava a bola com todo carinho e mandava na mao da levantadora. eu me quebrava com toda graça e charme pra bola chegar toda linda ao seu destino. mas e claro que a minha queda cinematografica nao foi la tao linda pois a queda foi estapafurdia. joelhada no chao - o que nao se faz quando se joga volei - e todo o peso do corpo em sobre o quadril.......por conta disso fiquei com uma puta dor no alto da coxa direita e quase dois dias sem andar..... vechiaia.......aahhhhhhhhhhhhffffffffff

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Sesi

Acabo de voltar do SESI, serviço social da indústria. Fui la em busca de tratamento para dor nas costas por recomendação de um amigo. Soube que ha um centro de reabilitação que oferece varias especialidades com fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, acupuntura dentre outras. O tratamento e oferecido em valores acessíveis e, trabalhadores do setor da indústria tem 50% de desconto. Fui la para ser atendida por uma ortopedista, Dra Yumi. Minha expectativa era de ser atendida, levei exames anteriores para avaliação; e ser encaminhada para tratamento. Para minha surpresa fui questionada sobre a origem da dor, pois ate então vinha tratando os sintomas. Foi ai que cai na real, parecia que estava numa realidade virtual, onde vivemos todo dia, achando que esta tudo bem, sob controle, com um pouco de estresse do trabalho, mas tudo bem... Tudo bem o c*. Não esta bem não! Confesso que falo isso para mim mesma e não me dou conta do andar da carruagem. E minha carruagem esta dodói. E não e de hoje... E de ontem, e anteontem.... Tenho uma auto-cobrança grande e uma tolerância a "engolir". Mas isso me custa. E vez em quando me dou conta disso. Quando a coluna dói, o joelho dói, o coração dói e às vezes desato a chorar sem motivo aparente. Às vezes uma musica me desperta desse sono profundo de realidade virtual. Me emociona e traz a tona meus sentimentos, duvidas e questionamentos. Duro perceber isso. Duro parar pra perceber isso. Bom, na consulta informei que tomava sertralina e como sentia dor constante nos últimos três meses, como a dor me incomodava e me limitava física e psicologicamente. Difícil aceitar essa sensação apos anos de voleibol. E, alem disso não tomei medicação. Sou meio contra remédio e por conta disso vou tolerando a dor. Mas ela me causa outras dores, alias, desponta outras dores. Me deixa irritadiça, e vou engolindo, achando que esta tudo bem. Mas não Naomi! Não esta! E me dou conta disso quando travo. Ou melhor quando o corpo trava. Ai acredito que já abusei dele e por conta disso ele grita pedindo ajuda. E pior e que a gente se acostuma com esse padrão. Padrão de pensamento, de dor, de tolerância. Difícil mudar, mas não impossível. Estou ai pra isso, para aprender e melhorar, mas confesso que as vezes da vontade de sumir e abandonar tudo, porque cansa. Acho que a expectativa frustra um pouco. Ou a ansiedade do trabalho que se tem pela frente. But, life goes on e a escolha e de cada um.

terça-feira, 10 de junho de 2008

"ViscondiMauá"

Oh lugarzinho bonito esse.... gracinha de lugar, super romantico, rustico. fizemos uma "bela" caminhada ate a cachoeira do escorrega, pousadas mil, chalezinhos, restaurantes, caminhadas, cachoeiras, aluguel de moto, ou triciclo. Vale a pena. Truta de todas as forma sao o forte da culinaria de la. Lojinhas de artesanato, lojinhas de docinhos, chocolatinhos, roupas para caiminhadas. Fondue tem tambem.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

sábado, 26 de abril de 2008

não falar

Curioso quando nao se pode falar, tambem nao se julga. Essa é minha percepção de fato ocorrido dias atrás. Semana passada com dor de garganta mal falei durante o jantar de familia, o q me deu oportunidade para pensar, mais, e julgar, menos. Acho que quando se fala é tecida uma linha de raciocinio tendenciosa, porque ha julgamento e o "não falar" quebra essa linha.

Nomes para o bebê

Com a vida que nos leva a conhecer "n" mil pessoas, ficam marcados alguns nomes, ou versões, surpreendentes. Curioso que procuro saber a origem do nome e as vezes ela não existe. Foi inventado, é junçao de parte do nome de um parente com outro. Enfim, uma beleza! Então dedicando alguns momentos de reflexão sobre o assunto dia desses resolvi dividir as dicas neste "post". Para você que está esperando um menino ou menina, lá vai:
Marleide, Elister, Alcilaine, Sirleide, (Cinderlady versão de Sirleide by motoboy), Agamenon, Juciléa, Jucileide, Regilvânia, Ideuzuíte, Amanda Pâmela, Malcilei, Eldísio, Erivanio, Franciolan, Chellington, Marlen Nívio, Tony Marley, Deusdete e Deonete.
E agora, a mais recente contribuição para este tema: Cassandra Wilson e Emily Jones!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Ecumenical International Marriage

No final do ano passado entrei em contato com uma amiga de longa data, a Tamara. Nosso contato era basicamente ligado ao esporte. Praticavamos no mesmo clube, esportes diferentes, mas nos encontravamos em Macabiadas, jogos entre clubes judaicos, e era só farra. Bom, vida vai, vida vem, e como Nelson Pagodinho "deixa a vida me levar", eis que minha prima, que tambem "esportava" e esta morando na Australia, contatou a Tamara e assim a encontrei. Papo vai, papo vem, ele ma conta que se casa em abril e gostaria de fazer um casamento misto ja que a familia dela e judia e a familia do noivo portestante. Contatos a parte ela encontra o Claudio Goldman que celebraria a cerimônia, apesar da data cair no meio da Páscoa judaica. Mas antes da fiesta, tinha o cha de cozinha – ou despedida de solteira talvez. Foi na casa dos pais dela, a noiva toda paramentada de gueixa, com o rosto todo branco, boquinha vermelha, quimono de seda, peruca, faixa na cintura com laçarote atras, meias ate o joelho e tamanco de madeira! Uma graça. Um charme só! A festa era comer e beber, alias bebi Pimm´s um drink inglês servido com frutas e soda. Muito bom por sinal Ainda preciso descobrir o que e isso. Muitas convivas, a maioria after 40´s e uma minoria around 30´s. Após beber e comer a lot fomos ao que interessa. A noiva, sentada no trono, uma poltrona no meio da sala, rodeada por presentes mil. Tudo para cozinha. E ela tinha que adivinhar o que era em troca de não pagar uma prenda. Ah, esqueci de comentar que a sala estava toda decorada com grandes leques com motivos japoneses, assim como um varal improvisado que cruzava o ambiente com pequenas luminárias de papel de seda intercaladas com calcinhas bem-humoradas. Veremlha toda de frufrus, rosa com um coração de cetim costurado no derriere, preta básica, esportiva com desenhos e por ai vai. Well, back to the party..... as prendas foram escritas pelas convivas e a mais interessante foi vestir uma das calçolas por cima da roupa. Detalhe: a "gueixa" tinha uma almofada para simular o derriere então ficou uma graça. Após o primeiro round fomos aos docinhos. Uma mesa linda decorada com um bolo em formato de chaleira japonesa! Isso mesmo! Ficávamos observando a tal chaleira como decoração e ate descobrir que "aquilo" era um bolo demorou. É daqueles bolos de pasta americana que mais parece um papel mache e para tanto a massa e grossa e na hora de cortar o dito cujo foi necessário recorrer a certa violência, ou melhor, força. Fotos mil, doces mil, inclusice um chocolate em formato de chicara e pires recheado com um mousse. Coisa mais rica! Voltamos ao momento vexame mas foi tudo bem sem baixarias. Nem precisa neh. O lance era se divertir. Bom, me perparando para ir embora contei que ia dançar uma salsa, habito que tenho aos domingos e não e que as meninas seanimaram e falaram: "vamos com você" ao que disse: "então v ala tirar a maquiagem" mas ele foi assim mesmo! Tirou o kimono e ficou com o vestido preto básico que usava por baixo. Tirou as tamancas e colocou uma sandália tipo melissa, colocou a faixa com laçarote rosa sobre o vestido e assim foi. De peruca e rosto branquinho branquinho. Que espirituosidade nota dez! E que vexame! Ao chegar no "baile" o pvo olhando, estranhando. Aos poucos fui contando aos amigos a historia da despedida de solteira, tomamos uns saques, a gueixa rodopiou no salão e fez o maior sucesso! E fechamos a noite com chave de ouro! Na semana seguinte era o casório religioso. Passei a véspera com febre e dor de garganta mas não queria faltar a comemoração tão esperada. Um antibiótico me botou de pe e assim fui. Chegando ao salão, cadeiras arrumadas ao longo do tapete vermelho que seguia para o altar. Muitos gringos, gente de todo o mundo estava lá, afinal os pais dos noivos eram estrangeiros que adotaram o Brasil para morar e já haviam rodado o mundo. Os convivas vinham de Austrália, Inglaterra, Alemanha, argentina e estados unidos, ao que me recordo. A cerimônia ecumênica pois a família da noiva e judia e do noivo protestante, foi celebrada lindamente pela prima do noivo, pastora, e por um chazan representando o lado judaico da noiva. Além de ecumênica, bilíngüe a cerimônia. Ou trilingue! Inglês, português e hebraico! Belíssimo! Depois aguardamos no salão ao lado enquanto reorganizavam as mesas e cadeiras para o jantar festa dançante. De volta ao salão de cerimônia-agora-festa, um belo jantar e logo depois vários discursos de padrinhos, irmãs e tios e amigos em inglês-portugues com tradução noa tão simultânea mas dava pra entender rir e se emocionar. Muito carinhosa demonstração de gratidão pela presença de todos. Muita dança e la pela uma da manha uma surpresa adentra a pista de dança. O “sambatronic” um grupo de percussão vestido de roupa branca e colete de lantejoulas vermelho batucando ao som do dj. Essa e nova para moi. Não conhecia! De quebra os batuqueiros ainda tinha uma lanterninha na tesa dano um efeito curioso ao evento. E caímos no samba. E que samba! Os gringos curtindo junto com a galera até chegar no sambão de verdade com sucessos de escolas de samba do passado. Muito bom! E no dia seguinte ainda teve mais! Os noivos convidaram para um almoço no Bar dês Arts às duas da tarde. Cheguei as quatro só pra dar um oi e de quebra ainda teve convite para ir jantar na casa dos pais da noiva. Coisa informal pois sobraram comidas do jantar pré-casamento servido na semana. E o melhor de tudo foi encontrar a noiva, que na via há mais de dez anos, e parecer que havia falado ainda ontem. Uma pessoa agradável, sem frescuras, o que me deixou a vontade para brinca re me relacionar com todos numa sensação festiva de grande intensidade. Afinal ela reunira pessoas de décadas e paises diferentes! Não e todo dia que acontece uma celebração desse tipo. Me senti privilegiada e extasiada pela oportunidade de conviver com pessoas de um outro mundo, um mundo distante, de outra língua e cultura. What a feeling! I felt I belong!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Exto family

Comecei a prestar serviços para a Exto Engenharia, uma empresa maior do que qualquer outra em que trabalhei anteriormente. Na verdade são duas empresas no mesmo prédio, com quatro uma construtora e incorporadora e outra de engenharia de solos. Para mim é a empresa mais corporativa que trabalhei. Várias pessoas, vários departamentos e competências. Mas apesar disso tudo, não deixa de ter um "que" familiar no sentido de alguns detalhes que tenho percebido. Vira e mexe um dos sócios abre a porta da sala - de projetos - e apresenta a algum visitante. A coordenadora diz que é como se fossemos macaquinhos na jaula e o público vem observar. E que devíamos fazer macaquices quando a porta é aberta "para exibição". Outra coisa "família" é que o dia do aniversário o aniversariante distribui chocolate para o pessoal da empresa, uma forma de lembrar o pessoal da "data" do felizardo. E numa empresa com quase cem funcionários, ja presenciei uns três ou quatro chocolates por aqui. Fora isso tem o batizado que me ocorreu na segunda semana de "casa nova". Estava trabalhando com uma cadeira que me deixava com dor nas costas e me falaram para contatar a Tim Móveis, que atende a empresa ha um bom tempo. E deveria falar especialmente com a "Tim" a dona do negocio. E não é que o caríssimo Rafael, do setor de compras, me pede para perguntar se havia cadeira com "rosca sem fim"??? Estranhei e muito mas fui em frente, e a outra arquiteta me dando força, falando para ir adiante e perguntar. Perguntei. E descobri que boca da "Tim" é mais suja que pombal. E dai comecei a ouvir historias mil dessa figura que é a Dona Tim, nem lembro o nome dela. Mas virei motivo de piada do dia e dei alegria para uns poucos, mas já deu pra descontrair e entrar na dança numa boa. A outra piada é o fato da construtora estar localizada no bairro do Butantã, não muito bem visto por quem freqüenta "os jardins" e arredores. Mas tem gente que diz que o bairro é muito bom. Tem até o Shopping "Boitantã"! kkk Comédia.............. Já ouvi falar de decorador que, quando soube que a reunião com a Exto não era "nos jardins" se recusou a comparecer. Noooossaa!!! E tem mais, um sistema que estão implantando quew se chama "Mega" e a nossa coordenadora que não é habitueé de assuntos "computáveis" chama de "mega*osta" e eu caio na risada. E tem também o sistema de armazenamento de compartilhamento de projetos chamado "Construtivo" que ela chama de "constru*erda"....... e eu kkk. Mais uma pérola, o marido da secretária executiva Raquel é o homem mais gay que já conheci. Ator nato, encarna o papel maravilhosamente que dá até pra desconfiar. Tem que ser muito macho mesmo! E ela o chama de "André vil", pode???? Pode. Pode se divertir!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

"La Famiglia" Buscapé

Neste weekend fui ao interior de São Paulo para o casamento de um primo. Na verdade, filho da prima da minha mãe mas, para mim é como se fosse meu primo. Bom daí que fomos mama, minha sister, vovis e minha prima. Na verdade ia minha tia que abandonou o barco em cima da hora sabe-se lá porque.
Parte I
Para comprar a passagem e busão ja foi complicado. Comprei antes pq queria ônibus leito e so poderia viajar de noite então comprei com antecedência. As outras ficaram amarradas para comprar porque ninguém manda, ou melhor, ninguém paga. Então a voz de comando era da matriarca dona Mathilde já que quem tem o cash, tem o poder de decisão. Fomos. Ao chegar lá as 6 da manha pegamos o táxi para o hotel e demos uma cochilada. Na seqüência o irmão do noivo nos buscou para um café numa padoca bonita e fomos a casa do noivo, o Lico. Chegamos lá e encontramos o vó do noivo com a madrasta que mais parecia se achar a rainha da Inglaterra sentada no sofá com se estivesse numa "chaise" fazendo pose e tudo. Só dava ela no sofá! A mãe do noivo, Isa, estava dodói. Já não bastava a emoção do momento e outras cositas mas, ela havia caído e machucado a perna dez dias atrás e estava temerosa em não poder acompanhar o filho ao altar. Fora isso ela tem diabetes, problemas nos rins, problema cardíaco e por ai vai. Pacote completo. Mesmo assim almoçamos e fomos ao cabeleireiro. Isa havia marcado hora para ele e para moi mas, na hora, vovis sister e prima resolveram ir! E o salão tinha apenas uma manicure e uma cabeleireira!!! Correria a parte, muita gente para um carro só, Uriel irmão do noivo chega depois com a namorada, buscamos minha mae na casa do noivo, voltamos e pegamos o resto da tropa na "peluqueria". Uri levaria Isa para casa depois. No elevador do hotel surge e questão: que horas nos encontramos para ir ao casório? Ninguém define, ou ousa definir, fica-se aguardando que alguém resolva! Mas quando alguém resolve surgem outras 2 mil opiniões a respeito. Mulher e foda!
Parte II
Bom, antes de sair perguntamos Jess and I, se mamãe pegou os convitinhos para a recepção e............. não. Todas já encaixadas no carro se desencaixam para mama subir e buscar os papeizinhos. Saímos. Chegamos na Igreja, mil sugestões para estacionar, aqui, ali, e o corpinho aqui dirigindo, ou ao menos, tentando. Casamentos em seqüência o nosso era o segundo. Enquanto um acaba padrinhos do próximo já se ajeitam do lado de fora. Uriel noivo demora a aparecer, atrasa mas chega a tempo. Isa emocionada e bamba, nos dois sentidos entra e vai ate o altar com o filho e o ex-marido ao lado. Vai tudo bem, achei q a emoção arrebataria mais mas sister and I tiramos fotos loucamente. Igreja bonita, ornada com pinturas,colunas, capitéis e lustres. A noiva lindinha sem abalos. E boa parte dos convivas estava no altar... lotado. Acho q eram um dez casais de padrinhos de cada uma das partes! Festa no altar! Mas festa mesmo foi no salão. Um pouco atípica pois os convivas entraram, depois os noivos, tiraram fotos com os padrinhos e madrinhas e começou a comilança, sem anuncio algum de que os noivos dançariam uma valsa ou qualquer coisa do gênero que "inaugurasse" a comemoração. Era um dj botando o som, muito bom por sinal, o pessoal sentado e as crianças farreando um pouco na pista de dança. Mas, em certo momento começou a rolar um flash-back e minha sister Jess começou a não se "caber" mais. Começamos a dançar no cantinho, no fundão, próximo ao restroom, onde se encontrava nosso QG estrategicamente escolhido... kkk Dai que Jessie não se continha mais, começamos a "fazer amizade" com amigos de conhecidos e quando saio do restroom só vejo a pista bombando. Jess tinha tomado conta e estava "causando" na pista. Tinha levado o povo para o baile at last! Juntei-me a eles, of course e até arrastei umas meninas que estavam tímidas, mas dançantes num canto. Ai foi só feshta messssssmo! Teve ate dança do créu! Creeeeeeeeeedo! Mas deu pra rir muito! Na hora de ir embora - mama e vovis já tinham partido de táxi, well done - e aí tinha sister, prima, avo do noivo e esposa e não cabia todo mundo num corsinha. Tinha um primo, muito complicado por sinal, que estava de carro mas "o carro estava cheio de caixas e só caberia mais uma pessoa então ele precisava de ajuda para levar o pai e a madrasta home" e ficou me pentelhando. Não tive dúvida, passei a chave do carro pra Jess e disse: "Vai com D´s e leva esse povo pra longe de moi". E foram. Fiquei ate o final da festa papeando com a Sandra, cunhada do noivo e fui embora com ela e o primo Uri. The best choice ever! Pra que ficar sofrendo com a indecisão dos outros? Transferência de responsabilidade já! Nova campanha que vou lançar por ai! Fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuui.

quarta-feira, 19 de março de 2008

New job. Really new!

Semana passada mudei de trabalho. Após cinco anos na "mesma" empresa, mudei. Isso porque dois anos átrás também saí e voltei. Costumo dizer que estava a cinco anos na mesma empresa e que queria sair há quatro anos! Nesse interim muita coisa se passou, muita expectativa rolou, muitas despedidas "internas". Sim, internas por que, por dentro eu me despedia do old job pois queria tanto mudar que de certa forma me antecipava. Mas essa antecipação era devido a ansiedade, vontade de mudar, quase um desespero por mudança. E não era so mundança de ambiente; era mudança de pessoal, de linguagem, de modos, de metodologia de trabalho e por ai vai. Ainda preciso escrever um tratado a respeito... Mudança de espaço de trabalho, espaço condizente com o trabalho de arquitetura - uma mesa para abrir plantas, um computador, uma cadeira adequada para longos períodos sentada, um ambiente propício para o desenvolvimento de raciocínio. Estava eu "encaixada" na sala da diretoria, num cantinho até que simpático mas..... o telefone tocava, a secretária entrava, fazia pagamento e cobrança, tirava extrato pedindo licensa no computador em que estava, atendia o telefone sem fio e o deixava por todos os cantos da sala. Ah, tinha também a visita de clientes para pagar - eram poucos - ligações mil para cobrar clientes, sem contar quando o engenheiro de obra pintava lá soltando os cachorros, desabafando o coração e delegando - diga-se tirando o dele da reta - para todo mundo quebrar o galho dele. Subterfugios mil, tem gente que é mestre nisso! Mas fora isso - e de onde vem esses "causos" tem muito mais - tinha a parte interpessoal, o esquema do tipo familiar; com aspectos bons e outros nem tanto. O bom era que a qualquer hora podia pintar um bolo e um café informal, num dia mais estressado podia rolar uma tarde livre para arejar as idéias. Mas tinha tambem os filhos e agregados que "mamavam", ou melhor "mamam" nas tetas da vaca leiteira. Tinha visita da "pastora" pedindo ajuda para reformar sei la onde, e tudo de favor, sem custo algum. Complicado fazer o bem, seja la a quem... Hoje, vinte dias após a mudança começo a prestar atenção em fatores que antes eram empecilhos – a meu ver - para a mudança. O fato de voltar a trabalhar com auto cad, ao invés de vectorworks por exemplo, um programa muito mais fácil e ágil do que o cad mas que 95% da área de arquitetura e construção utiliza. Ate q não tenho tido grandes problemas pois a pratica volta e ainda aprendo coisas novas onde fiquei defasada. Também achei que teria dificuldades em não encontrar os serviços que costumava achar no Brás como sapateiro, costureira, mecânico e por ai vai. Mas nada que, com o tempo não se encontre e se adapte. Tinha o habito de sair as obras e no meio do caminho descobrir pechinchas e oportunidades únicas e confesso, achei que não conseguiria viver sem isso mas, consigo sim! E ainda por cima economizo pois o Brás e uma tentação constante, embevecedor ate. Outra coisa que estou reaprendendo é almoçar em grupo. Por conta de trabalhar com a mesma equipe de três senhores durante quatro anos seguidos e perceber suas piadas repetitivas e infames, me esquivei de contato extra-oficial com os mesmos pois um era o “fofoquinha” outro era “testemunha de Jeová” e o outro era o “resmungão” dos sete anões. Tem hora que cansa o dia a dia girando em torno disso, ou seja, da vida dos outros, sendo “os outros” esses três personagens caricatos. Ou será que eu era louca e noa sabia? Achava que a loucura estava nos outros??? Guess not....

quinta-feira, 6 de março de 2008

Pink Helmet

Tenho notado ultimamente uma nova moda nas ruas. Moda "motociclistica". E é claro que, falando em moda, pensamos em mulheres, afinal quem dita a moda? Para quem é feita a moda? Quem é o grande público consumidor de mora? "Uma nota maestro!" e "Qual é a música?" E a moda agora é capacete rosa. Uma graça por sinal, o que torna mais fácil a identificação do condutor, pois hoje temos "meninas ao guidão" também! Ou seria guidon em francais? Ulalá!!! Mas, afora esse comentário tem outra coisa a respeito da questão motoqueiros de plantão; a questão da condição diferenciada que a Prefeitura deu aos senhores motocas. Uma condição que favorece aos pilotos em caso de acidentes ou colisões mas, os mesmos não são nada zelosos ao dirigir. Muito pelo contrário, arriscam manobras, abusam da sua mobilidade e ainda acham que os veículos têm que dar passagem e estender o tapete vermelho porque eles querem passar! Convenhamos, direção defensiva deve ser para carros e motos. Um deve zelar pela segurança do outro. Mas o que acontece é justamente o oposto. Cada um por si e olha lá! O resto que se f*! Onde está a gentileza, ocuidado para com o próximo? Será artigo raro de se encontra hoje em dia? Falano nisso lembrei de uma histório que uma amiga do trabalho contou outro dia. ela mora em Itaquaquecetuba - longe - e pega o trem para vir trabalhar; e conta que, por dois dias seguidos viu um casal que se encontra no trem. Um casal de namorados. A menina está no trem e aguarda o namorado entrar no vagão. Ao encontrá-la senta-se ao seu lado e tira da sacola um lanche e um suco embalados só pra ela. E lá ela toma o desjejum. Não é lindo? E o casal deve ter por volta de vinte e poucos anos de idade. Ainda existe, e há de existir gentileza na face da terra!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

My new job... not so new...

Gentem, mudei de trabalho no início do ano e minha chefinha e um barato. Uma simpatia, graciosa, bem humorada, astral bom, mas se pegar no pé também, sai da frente que não sobra pra ninguém.
Mas tem umas coisinhas que saem do script vez em quando...
Tem “horelith” que deve ser “hollerith”, tem “vinheram” para vieram. Mas tem também o pessoal que fala "poblema" e "as pasta" . Ai como dói....... Mais uma, quando ao telefone, na hora de se despedir e agradecer vem o famoso "brigada eu" ###$%¨&*@ !!!
Existem outras pérolas como por exemplo quando toca o tel do boss e como o número é restrito ele não atende, pede para "outro" atender. Ou quando esta puto com algum fornecedor e quer cancelar pedido pede para outro fazer o serviço sujo senão, o cara é tao "fino" que engrossa e perde o fornecedor, cliente ou quem estiver na frente. Santa "ingnorância"...... E ainda tem o famoso "resistro"! PQP!!!
Sem contar que ontem um cliente engrossou comigo porque informei que moldura de cimento era elemento decorativo e portanto não constava no contrato e portanto era por conta do proprietário. VSF! Ainda tive que ouvir desaforo com sangue subindo e ficar quieta. Detalhe: o cliente tem fundos e muitos! Pena que é tão ignorante que pensa que todos tem que ajoelhar-amém pra ele. Comigo não violão!
Outra no escritório: "Eu vô fazê dois envelope."
Mais uma: "O Ratinho ligou." Translation: "O Hakim ligou." !!!!!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Barradas na´strada

Cecil me ajuda nessa vai! Feriado de Carnaval com a vó no Guarujá. Pois é minha gente, cresci lá no Guarú - para os íntimos - e há alguns anos que não comparecia ao litoral sul paulista. Estava de bobeira no carnaval, não queria gastar muito então lá fui eu com vovis. Detalhe: vovis está nos oitenta ok? E não é "anos oitenta"....... Começando pela departure, ao sair do apartamento vovis tem o hábito de trancar seu quarto. Bom, ela trancou, e trancou também a gata da minha prima - que mora com ela. La sobe vovis pra libertar a gata. Ufa! Passou. Depois passo no posto vejo que o óleo esta baixo e vovis colabora com o óleo e eu na gasolina. Pegamos a estrada e passamos pedágio e chegamos na baixada no final da tarde do sábado de carnaval. E vovis ainda pergunta se vamos dar uma volta!!! Eu nao. Levanto domingo La pelas 10:00hs, afinal não tinha qualquer compromisso então gostoso é ficar rolando na cama mesmo. Quando é que posso fazer isso? Ao que fui tomar café vó já tinha ido zanzar por ai. Isso porque na noite anterior queria ir a uma farmácia as dez da noite, pois havia esquecido de trazer os remédios. Ainda bem que desistiu da idéia. Foi na manha de domingo mesmo e me deixou em paz. Depois fomos à praia, ela de calça pescador e blusa e eu de biquíni e canga. Olhando no relógio ela diz: “As 14:00hs vamos almoçar?". Toda hora ela olha no relógio, como se tivesse compromisso, mas na verdade acho que é mais para administrar o tempo porque não agüenta ficar muito parada; ao mesmo tempo que se cansa com facilidade. Complicado. Sem contar que rola uma ansiedade constante que a acompanha e mesmo que esteja cansada, está marcando compromissos para depois. (!!!) Bom, fomos almoçar e vó esta comendo pouco desde que foi a uma médica ortomolecular que indicou os alimentos que seriam interessantes comer e evitar. Ela emagreceu, esta bonitona, mas sempre abusa. E vira e mexe passa mal pega mais comida do que gostaria. Como resultado desse hábito, leva um filezinho de peixe - que pegou, mas não comeu - no guardanapo para casa, para comer mais tarde. Dia seguinte nublado quer sair para andar e eu quero despertar com calma. Falo para ela ir que nos encontramos depois. Ela vai, desiste porque está nublado, depois vai. Ufa! Me libera!!! Encontro com ela no "kilo", a mesma coisa, deixa comida no prato e "leva pra viagem" na bolsa. E ainda fica assobiando para limpar entre os dentes. E eu posso???!!! Dai pergunto: "Voce como assim quando esta com suas amigas?" "Não". E eu: "Então finja que eu sou uma delas." Pelo amor de dio.......... Saimos de la, ela senta num banco, vou adiante ver uma loja de biquinis. Quando volto "Donde esta vovis?". Sumiu, desapareceu, escafedeu-se!miu, desapareceu, escafedeu-se. Fui ao shopping, onde ela poderia estar, fui a feira hippie e nada. Preocupada, pois a chave do apartamento estava comigo – porque sei que ela desconfia de tudos e todos e não deixa a chave com zelador - volto para o prédio e nada de vó por lá. Fico aguardando atá que ela aparece La pras 18:00hs e eu puta da vida, preocupada e ela sassaricando por ai. De noite, quando começava o carnaval sabia que era minha hora de rosetar. E assim fiz. Minha vez poxa! Ruas cheias, meninada com spray de espuma acertando os carros que passavam desavisados com os vidros abertos. Musica do "Creu" - um lixo de musica por sinal - rolando por todo lado e divertindo a galera. Sem prestar atenção na musica da pra se divertir ate. Terça de manha, sairíamos por volta do meio-dia, mas nove da manha “ela” estava tentando puxar o lençol da minha cama para fazer a mala e partir. O tempo estava fechado. Para mim, nos dois sentidos. PQPariu!!! Puxar o lençol foi demais! E o pior é que acho que ela não compreende o meu lado, fica ansiosa quer ir embora e pronto! Foda-se o mundo! Ou melhor, a Naomi aqui. Fomos saímos, eu puta da vida nem conseguindo olhar na cara dela, o que de nada adiantava pois quem ficava mal era só eusinha. E bingo! Um comando policial nos pára, pede documentação, ao que fui descobrir que esqueci de licenciar o “carango” ano passado. E olha que já estou pagando ipva desse ano pode???!!! Pode... Carro apreendido, guinchadas fomos para o Guaru, pegamos busão e chegamos em Sampa. Amanhã vou madrugar no poupa-tempo para pagar multa, licenciar, pegar doc e buscar a caranga no páteo da ecovias. Pode???!!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

"Ingnorâcia" mata

Gentem, ignorância devia ser causa mortis oficial. Devia matar. O que é que faz pessoas perderem mais tempo explicando coisas que aconteceram, por que aconteceram e como aconteceram; do que buscar uma solução a respeito? Acredito que é necessário analisar os fatos para se chegar a uma solução, mas ficar rodeando sobre eles e parar por ai não dá. Tem que ir além. Temos que evoluir oras! Mas engraçado que tem gente que não sabe, não vê ou simplesmente não percebe isso. É mais comum ficar explicando e fofocando do que buscando solução ou melhora. Quanta mediocridade! Serei eu muito prática? Creio que sim, mas fazer o quê? Também tenho que me adaptar, mas recuso-me a andar para trás. Retroceder jamais! Estou falando sobre trâmites de escritório, fax passados e guardados a esmo, sem vefiricação do que se refere ou a quem compete, sendo que a informação está diante dos olhos. Basta ler! Outra coisa: pior ainda quando se tenta falar e buscar melhora em conjunto e a outra parte não ouve e continua explicando os porquês do que deu errado. Fala, fala, não escuta e não deixa o outro falar. Helloooooooo! Tem alguém aí???

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Vix mainha....

"Vix mainha". Pois é meu rei.............. Esse é o nome da banda de sucesso lá onde passei a virada do ano, terra de Porto Seguro. Assim chamada por ter "as costas" protegidas por corais. Várias emoções, várias "gentes" locais, gringos, e branquinhas nacionais assim como jo. Muita coisa rolou e muita coisa faltou. Mas lá na Bahia, uma coisa que não se tem é pressa. Aliás, tem-se muito é talento - leia-se "tá-lento". Aliás, dizem os locais: "Se parar pra pensar chove!". Aí já viu... E por conta disso vou fazer esse texto em doses homeopáticas e de "tá-lento" inspirador. Porque a Bahia merece.
E como a Bahia merece, cá estou, quinze dias depois, depois de voltar a trabalhar em ritmo "poperô", para continuar a saga na terra do descobrimento. Esse momento culmina com a impressão de uma centena de fotos escolhidas a dedo e a muito custo - nos dois sentidos - que me rememora os momentos vividos em "Safe Harbor". A começar pela visita ao Centro Histórico com apresentação de capoeira e uma pequena "colaboração". Pois é, na Bahia nada se paga, tudo se "colabora" saca? Bonito não? Essa dica foi boa porque foi bem no começo da estada, daí ja vamos ficando espertinhas..... Começa a parecer que sou gringa no meu próprio paí e que, para tirar foto de uma bahiana ou de um pataxó tenho que pagar. Opa! Colaborar...(sic) Continuando...
Próxima parada no "complexo de entretenimento TôaTôa. Fala sério...... Pra quem curte axé até vai mas para moi quero mais e sossego na praia, curtir, relaxar. É claro que uma infra, um barzinho, um banheiro e uma ducha não fazem mal a ninguém mas o que mais parece aquilo é um shopping na praia. Local de consumo de comida, bebida, tererê, tatoo de henna - mediante colaboração já que não queria fazer e o cara insistiu em dar uma amostra. E ainda por cima me chamou de "mulher-branca" ao que disse: é mesmo? como é que você adivinhou? Aliás, mulher branca é sucesso por lá, e eu como "fantasminha camarada" fiquei de boa.
Continuando, teve passeio de chalana - procura no google - nunca tinha ouvido falar sobre isso mas soube que o Almir Sater fez uma música com esse nome. A chalana foi nosso transporte para a praia de Santo André, Ilha do Sol que vende doces e fica sobre um manguezal que foi palco de banho de lama, opcional é claro. Sem contar que a chalana tinha uma equipe de g.o.´s - google again - e uma sonoplastia fantástica. Eles filmavam o passeio, a galera e ainda vendiam dvd e cd no final. Aí sem colaboração, era venda mesmo. Hellooooooooo!
Próxima parada, Ano Novo na Ilha dos Aquários. Uma ilha no meio do caminho da balsa de Porto para Arraial D´Ajuda com grandes aquários e vários ambientes musicais. Assistimos ao fogos na pista eletrônica, ao ar livre com vista de Porto e Arraial explodindo em luzes e cores. Bacana! Pena que estávamos muito chapados para curtir o show de axé. A média horaria de recolhimento era 3, 4 da manhã....zzzzzzz
Dia seguinte, primeiro do ano todo mundo saiu tarde da cama para tomar café da manhã nos 45 do segundo tempo. Resultado: engarrafamento no café da manhã! Back to bed, dormimos até as 3 e fomos pra piscina recuperar as energias. Foi ótima idéia não marcar nada para o dia. A la noche Arrail D´Ajuda que nos aguardasse. E aguardou mesmo. Arraial é muito bacana, muito especial Só indo laá pra entender. Uma graça de lugar, cheio de detalhes, ruas, vielas, bares, restaurantes, gente bonita. Não rola axé, muito importante ressaltar. Apresentações de bandas, comediantes - com colaboração - cantinhos charmosos, gringos. Enfim, outro mundo.
Continuando.... Na volta de arraial, onde o acesso era balsa-van, ao chegar de balsa eis que escutamos um som familiar. Bem que a Amélia disse que tinha zouk perto da balsa..... E lá estava o Oasis Espaço Zouk Lambada e Bar. Caímos pra dentro direto e reto. Duas branquinhas apareceram pra bailar; e até que deu jogo por lá e o povo curtiu. Éramos novidade... Como habitual nos recolhemos no horário de costume de madruga. Dia seguinte partimos em direção a praia de Coroa Vermelha, assim chamada por ser circundada por corais que formam a aparência de uma coroa. O acesso se dá através de um calçadão, o "pataxopping". Pois é, podes crer! Uma sequência de barraquinhas rusticas vendendo artesanato, cds, camisetas e afins pra todo lado. E mais a frente avistamos uma enorme cruz de mármore que marca o local da primeira missa rezada no Brasil.
Quer ver fotinhos? Tá aqui! http://picasaweb.google.com/Naomibbb/PortoSeguro2008
Barramares
Pitinga
Parracho
Zouk bye
Trancoso
Prais dos coqueiros
Coroa Vermelha melhores momentos
Zouk Jailson