O que não e o mundo virtual...
Acabo de me tornar - tardiamente devo confessar – a mais nova usuária do sistema Android. Ate então possuía um smartphone, ao que parece não tão “smart”... cujo sistema operacional não sei qual era.
O que sei é que o que me levou a procurar um aparelho e mais atual foi uma pequena falha operacional humana.
Outro dia instalei o programa whatsapp no smart – quantos termos americans - e surgiram símbolos na tela que nunca havia visto antes, e eles não desapareciam. Fiquei preocupada e apertei tudo quanto e tecla, mexi em configurações que nao devia, e finalmente consegui desinstalar o dito cujo. A partir desse momento o acesso a internet não era possível por questões de configurações.
Fui a uma loja Nokia, a operadora e ninguém conseguiu resolver a questão.
Daí cogitei um pulo para o mundo Androidiano... era inevitável. Pesquisei e curti um modelito em conta e pequeno, mais do que suficiente para minhas necessidades.
E não é que meu pai, em vias de trocar de aparelho tinha o modelo desejado em mãos? Acabei ganhando o bonitinho e estou em fase de descoberta há uma semana. E não e que da pra perder um tempo com o bichinho nas mãos?
Que o digam os colegas de trabalho que vira e mexe alisam as telinhas, fuçam a vida alheia ou falam entre sim como se estivessem num transe e nada mais existisse.
O celular promove a ignorância social! Ao menos é o que vejo diariamente em meu local de trabalho.
As pessoas dedicam mais atenção a uma tela de polegadas do que as pessoas a sua volta. Chegam no trabalho, cumprimentam as pessoas e elas não respondem, nem levantam o olhar ou, se levantam, é um olhar de espreita, de apreensão. A que ponto chegamos? Foram criados escravos do acesso a tudo ao mesmo tempo agora, e para que? Com que importância? Muito disso e apenas passa tempo e curiosidade. A real utilidade do tempo despendido no acesso virtual e questionável, em minha opinião. E possível descobrir e se informar sobre assuntos infinitos mas como dimensionar e fazer bom uso desse tempo? Eis a questão.
