sábado, 26 de abril de 2008
não falar
Curioso quando nao se pode falar, tambem nao se julga. Essa é minha percepção de fato ocorrido dias atrás. Semana passada com dor de garganta mal falei durante o jantar de familia, o q me deu oportunidade para pensar, mais, e julgar, menos. Acho que quando se fala é tecida uma linha de raciocinio tendenciosa, porque ha julgamento e o "não falar" quebra essa linha.
Nomes para o bebê
Com a vida que nos leva a conhecer "n" mil pessoas, ficam marcados alguns nomes, ou versões, surpreendentes. Curioso que procuro saber a origem do nome e as vezes ela não existe. Foi inventado, é junçao de parte do nome de um parente com outro. Enfim, uma beleza! Então dedicando alguns momentos de reflexão sobre o assunto dia desses resolvi dividir as dicas neste "post". Para você que está esperando um menino ou menina, lá vai:
Marleide, Elister, Alcilaine, Sirleide, (Cinderlady versão de Sirleide by motoboy), Agamenon, Juciléa, Jucileide, Regilvânia, Ideuzuíte, Amanda Pâmela, Malcilei, Eldísio, Erivanio, Franciolan, Chellington, Marlen Nívio, Tony Marley, Deusdete e Deonete.
E agora, a mais recente contribuição para este tema: Cassandra Wilson e Emily Jones!
Marleide, Elister, Alcilaine, Sirleide, (Cinderlady versão de Sirleide by motoboy), Agamenon, Juciléa, Jucileide, Regilvânia, Ideuzuíte, Amanda Pâmela, Malcilei, Eldísio, Erivanio, Franciolan, Chellington, Marlen Nívio, Tony Marley, Deusdete e Deonete.
E agora, a mais recente contribuição para este tema: Cassandra Wilson e Emily Jones!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Ecumenical International Marriage
No final do ano passado entrei em contato com uma amiga de longa data, a Tamara. Nosso contato era basicamente ligado ao esporte. Praticavamos no mesmo clube, esportes diferentes, mas nos encontravamos em Macabiadas, jogos entre clubes judaicos, e era só farra. Bom, vida vai, vida vem, e como Nelson Pagodinho "deixa a vida me levar", eis que minha prima, que tambem "esportava" e esta morando na Australia, contatou a Tamara e assim a encontrei. Papo vai, papo vem, ele ma conta que se casa em abril e gostaria de fazer um casamento misto ja que a familia dela e judia e a familia do noivo portestante. Contatos a parte ela encontra o Claudio Goldman que celebraria a cerimônia, apesar da data cair no meio da Páscoa judaica. Mas antes da fiesta, tinha o cha de cozinha – ou despedida de solteira talvez. Foi na casa dos pais dela, a noiva toda paramentada de gueixa, com o rosto todo branco, boquinha vermelha, quimono de seda, peruca, faixa na cintura com laçarote atras, meias ate o joelho e tamanco de madeira! Uma graça. Um charme só! A festa era comer e beber, alias bebi Pimm´s um drink inglês servido com frutas e soda. Muito bom por sinal Ainda preciso descobrir o que e isso. Muitas convivas, a maioria after 40´s e uma minoria around 30´s. Após beber e comer a lot fomos ao que interessa. A noiva, sentada no trono, uma poltrona no meio da sala, rodeada por presentes mil. Tudo para cozinha. E ela tinha que adivinhar o que era em troca de não pagar uma prenda. Ah, esqueci de comentar que a sala estava toda decorada com grandes leques com motivos japoneses, assim como um varal improvisado que cruzava o ambiente com pequenas luminárias de papel de seda intercaladas com calcinhas bem-humoradas. Veremlha toda de frufrus, rosa com um coração de cetim costurado no derriere, preta básica, esportiva com desenhos e por ai vai. Well, back to the party..... as prendas foram escritas pelas convivas e a mais interessante foi vestir uma das calçolas por cima da roupa. Detalhe: a "gueixa" tinha uma almofada para simular o derriere então ficou uma graça. Após o primeiro round fomos aos docinhos. Uma mesa linda decorada com um bolo em formato de chaleira japonesa! Isso mesmo! Ficávamos observando a tal chaleira como decoração e ate descobrir que "aquilo" era um bolo demorou. É daqueles bolos de pasta americana que mais parece um papel mache e para tanto a massa e grossa e na hora de cortar o dito cujo foi necessário recorrer a certa violência, ou melhor, força. Fotos mil, doces mil, inclusice um chocolate em formato de chicara e pires recheado com um mousse. Coisa mais rica! Voltamos ao momento vexame mas foi tudo bem sem baixarias. Nem precisa neh. O lance era se divertir. Bom, me perparando para ir embora contei que ia dançar uma salsa, habito que tenho aos domingos e não e que as meninas seanimaram e falaram: "vamos com você" ao que disse: "então v ala tirar a maquiagem" mas ele foi assim mesmo! Tirou o kimono e ficou com o vestido preto básico que usava por baixo. Tirou as tamancas e colocou uma sandália tipo melissa, colocou a faixa com laçarote rosa sobre o vestido e assim foi. De peruca e rosto branquinho branquinho. Que espirituosidade nota dez! E que vexame! Ao chegar no "baile" o pvo olhando, estranhando. Aos poucos fui contando aos amigos a historia da despedida de solteira, tomamos uns saques, a gueixa rodopiou no salão e fez o maior sucesso! E fechamos a noite com chave de ouro! Na semana seguinte era o casório religioso. Passei a véspera com febre e dor de garganta mas não queria faltar a comemoração tão esperada. Um antibiótico me botou de pe e assim fui. Chegando ao salão, cadeiras arrumadas ao longo do tapete vermelho que seguia para o altar. Muitos gringos, gente de todo o mundo estava lá, afinal os pais dos noivos eram estrangeiros que adotaram o Brasil para morar e já haviam rodado o mundo. Os convivas vinham de Austrália, Inglaterra, Alemanha, argentina e estados unidos, ao que me recordo. A cerimônia ecumênica pois a família da noiva e judia e do noivo protestante, foi celebrada lindamente pela prima do noivo, pastora, e por um chazan representando o lado judaico da noiva. Além de ecumênica, bilíngüe a cerimônia. Ou trilingue! Inglês, português e hebraico! Belíssimo! Depois aguardamos no salão ao lado enquanto reorganizavam as mesas e cadeiras para o jantar festa dançante. De volta ao salão de cerimônia-agora-festa, um belo jantar e logo depois vários discursos de padrinhos, irmãs e tios e amigos em inglês-portugues com tradução noa tão simultânea mas dava pra entender rir e se emocionar. Muito carinhosa demonstração de gratidão pela presença de todos. Muita dança e la pela uma da manha uma surpresa adentra a pista de dança. O “sambatronic” um grupo de percussão vestido de roupa branca e colete de lantejoulas vermelho batucando ao som do dj. Essa e nova para moi. Não conhecia! De quebra os batuqueiros ainda tinha uma lanterninha na tesa dano um efeito curioso ao evento. E caímos no samba. E que samba! Os gringos curtindo junto com a galera até chegar no sambão de verdade com sucessos de escolas de samba do passado. Muito bom! E no dia seguinte ainda teve mais! Os noivos convidaram para um almoço no Bar dês Arts às duas da tarde. Cheguei as quatro só pra dar um oi e de quebra ainda teve convite para ir jantar na casa dos pais da noiva. Coisa informal pois sobraram comidas do jantar pré-casamento servido na semana. E o melhor de tudo foi encontrar a noiva, que na via há mais de dez anos, e parecer que havia falado ainda ontem. Uma pessoa agradável, sem frescuras, o que me deixou a vontade para brinca re me relacionar com todos numa sensação festiva de grande intensidade. Afinal ela reunira pessoas de décadas e paises diferentes! Não e todo dia que acontece uma celebração desse tipo. Me senti privilegiada e extasiada pela oportunidade de conviver com pessoas de um outro mundo, um mundo distante, de outra língua e cultura. What a feeling! I felt I belong!
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Exto family
Comecei a prestar serviços para a Exto Engenharia, uma empresa maior do que qualquer outra em que trabalhei anteriormente. Na verdade são duas empresas no mesmo prédio, com quatro uma construtora e incorporadora e outra de engenharia de solos. Para mim é a empresa mais corporativa que trabalhei. Várias pessoas, vários departamentos e competências. Mas apesar disso tudo, não deixa de ter um "que" familiar no sentido de alguns detalhes que tenho percebido. Vira e mexe um dos sócios abre a porta da sala - de projetos - e apresenta a algum visitante. A coordenadora diz que é como se fossemos macaquinhos na jaula e o público vem observar. E que devíamos fazer macaquices quando a porta é aberta "para exibição". Outra coisa "família" é que o dia do aniversário o aniversariante distribui chocolate para o pessoal da empresa, uma forma de lembrar o pessoal da "data" do felizardo. E numa empresa com quase cem funcionários, ja presenciei uns três ou quatro chocolates por aqui. Fora isso tem o batizado que me ocorreu na segunda semana de "casa nova". Estava trabalhando com uma cadeira que me deixava com dor nas costas e me falaram para contatar a Tim Móveis, que atende a empresa ha um bom tempo. E deveria falar especialmente com a "Tim" a dona do negocio. E não é que o caríssimo Rafael, do setor de compras, me pede para perguntar se havia cadeira com "rosca sem fim"??? Estranhei e muito mas fui em frente, e a outra arquiteta me dando força, falando para ir adiante e perguntar. Perguntei. E descobri que boca da "Tim" é mais suja que pombal. E dai comecei a ouvir historias mil dessa figura que é a Dona Tim, nem lembro o nome dela. Mas virei motivo de piada do dia e dei alegria para uns poucos, mas já deu pra descontrair e entrar na dança numa boa. A outra piada é o fato da construtora estar localizada no bairro do Butantã, não muito bem visto por quem freqüenta "os jardins" e arredores. Mas tem gente que diz que o bairro é muito bom. Tem até o Shopping "Boitantã"! kkk Comédia.............. Já ouvi falar de decorador que, quando soube que a reunião com a Exto não era "nos jardins" se recusou a comparecer. Noooossaa!!! E tem mais, um sistema que estão implantando quew se chama "Mega" e a nossa coordenadora que não é habitueé de assuntos "computáveis" chama de "mega*osta" e eu caio na risada. E tem também o sistema de armazenamento de compartilhamento de projetos chamado "Construtivo" que ela chama de "constru*erda"....... e eu kkk. Mais uma pérola, o marido da secretária executiva Raquel é o homem mais gay que já conheci. Ator nato, encarna o papel maravilhosamente que dá até pra desconfiar. Tem que ser muito macho mesmo! E ela o chama de "André vil", pode???? Pode. Pode se divertir!
segunda-feira, 7 de abril de 2008
"La Famiglia" Buscapé
Neste weekend fui ao interior de São Paulo para o casamento de um primo. Na verdade, filho da prima da minha mãe mas, para mim é como se fosse meu primo. Bom daí que fomos mama, minha sister, vovis e minha prima. Na verdade ia minha tia que abandonou o barco em cima da hora sabe-se lá porque.
Parte I
Para comprar a passagem e busão ja foi complicado. Comprei antes pq queria ônibus leito e so poderia viajar de noite então comprei com antecedência. As outras ficaram amarradas para comprar porque ninguém manda, ou melhor, ninguém paga. Então a voz de comando era da matriarca dona Mathilde já que quem tem o cash, tem o poder de decisão. Fomos. Ao chegar lá as 6 da manha pegamos o táxi para o hotel e demos uma cochilada. Na seqüência o irmão do noivo nos buscou para um café numa padoca bonita e fomos a casa do noivo, o Lico. Chegamos lá e encontramos o vó do noivo com a madrasta que mais parecia se achar a rainha da Inglaterra sentada no sofá com se estivesse numa "chaise" fazendo pose e tudo. Só dava ela no sofá! A mãe do noivo, Isa, estava dodói. Já não bastava a emoção do momento e outras cositas mas, ela havia caído e machucado a perna dez dias atrás e estava temerosa em não poder acompanhar o filho ao altar. Fora isso ela tem diabetes, problemas nos rins, problema cardíaco e por ai vai. Pacote completo. Mesmo assim almoçamos e fomos ao cabeleireiro. Isa havia marcado hora para ele e para moi mas, na hora, vovis sister e prima resolveram ir! E o salão tinha apenas uma manicure e uma cabeleireira!!! Correria a parte, muita gente para um carro só, Uriel irmão do noivo chega depois com a namorada, buscamos minha mae na casa do noivo, voltamos e pegamos o resto da tropa na "peluqueria". Uri levaria Isa para casa depois. No elevador do hotel surge e questão: que horas nos encontramos para ir ao casório? Ninguém define, ou ousa definir, fica-se aguardando que alguém resolva! Mas quando alguém resolve surgem outras 2 mil opiniões a respeito. Mulher e foda!
Parte II
Bom, antes de sair perguntamos Jess and I, se mamãe pegou os convitinhos para a recepção e............. não. Todas já encaixadas no carro se desencaixam para mama subir e buscar os papeizinhos. Saímos. Chegamos na Igreja, mil sugestões para estacionar, aqui, ali, e o corpinho aqui dirigindo, ou ao menos, tentando. Casamentos em seqüência o nosso era o segundo. Enquanto um acaba padrinhos do próximo já se ajeitam do lado de fora. Uriel noivo demora a aparecer, atrasa mas chega a tempo. Isa emocionada e bamba, nos dois sentidos entra e vai ate o altar com o filho e o ex-marido ao lado. Vai tudo bem, achei q a emoção arrebataria mais mas sister and I tiramos fotos loucamente. Igreja bonita, ornada com pinturas,colunas, capitéis e lustres. A noiva lindinha sem abalos. E boa parte dos convivas estava no altar... lotado. Acho q eram um dez casais de padrinhos de cada uma das partes! Festa no altar! Mas festa mesmo foi no salão. Um pouco atípica pois os convivas entraram, depois os noivos, tiraram fotos com os padrinhos e madrinhas e começou a comilança, sem anuncio algum de que os noivos dançariam uma valsa ou qualquer coisa do gênero que "inaugurasse" a comemoração. Era um dj botando o som, muito bom por sinal, o pessoal sentado e as crianças farreando um pouco na pista de dança. Mas, em certo momento começou a rolar um flash-back e minha sister Jess começou a não se "caber" mais. Começamos a dançar no cantinho, no fundão, próximo ao restroom, onde se encontrava nosso QG estrategicamente escolhido... kkk Dai que Jessie não se continha mais, começamos a "fazer amizade" com amigos de conhecidos e quando saio do restroom só vejo a pista bombando. Jess tinha tomado conta e estava "causando" na pista. Tinha levado o povo para o baile at last! Juntei-me a eles, of course e até arrastei umas meninas que estavam tímidas, mas dançantes num canto. Ai foi só feshta messssssmo! Teve ate dança do créu! Creeeeeeeeeedo! Mas deu pra rir muito! Na hora de ir embora - mama e vovis já tinham partido de táxi, well done - e aí tinha sister, prima, avo do noivo e esposa e não cabia todo mundo num corsinha. Tinha um primo, muito complicado por sinal, que estava de carro mas "o carro estava cheio de caixas e só caberia mais uma pessoa então ele precisava de ajuda para levar o pai e a madrasta home" e ficou me pentelhando. Não tive dúvida, passei a chave do carro pra Jess e disse: "Vai com D´s e leva esse povo pra longe de moi". E foram. Fiquei ate o final da festa papeando com a Sandra, cunhada do noivo e fui embora com ela e o primo Uri. The best choice ever! Pra que ficar sofrendo com a indecisão dos outros? Transferência de responsabilidade já! Nova campanha que vou lançar por ai! Fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuui.
Parte I
Para comprar a passagem e busão ja foi complicado. Comprei antes pq queria ônibus leito e so poderia viajar de noite então comprei com antecedência. As outras ficaram amarradas para comprar porque ninguém manda, ou melhor, ninguém paga. Então a voz de comando era da matriarca dona Mathilde já que quem tem o cash, tem o poder de decisão. Fomos. Ao chegar lá as 6 da manha pegamos o táxi para o hotel e demos uma cochilada. Na seqüência o irmão do noivo nos buscou para um café numa padoca bonita e fomos a casa do noivo, o Lico. Chegamos lá e encontramos o vó do noivo com a madrasta que mais parecia se achar a rainha da Inglaterra sentada no sofá com se estivesse numa "chaise" fazendo pose e tudo. Só dava ela no sofá! A mãe do noivo, Isa, estava dodói. Já não bastava a emoção do momento e outras cositas mas, ela havia caído e machucado a perna dez dias atrás e estava temerosa em não poder acompanhar o filho ao altar. Fora isso ela tem diabetes, problemas nos rins, problema cardíaco e por ai vai. Pacote completo. Mesmo assim almoçamos e fomos ao cabeleireiro. Isa havia marcado hora para ele e para moi mas, na hora, vovis sister e prima resolveram ir! E o salão tinha apenas uma manicure e uma cabeleireira!!! Correria a parte, muita gente para um carro só, Uriel irmão do noivo chega depois com a namorada, buscamos minha mae na casa do noivo, voltamos e pegamos o resto da tropa na "peluqueria". Uri levaria Isa para casa depois. No elevador do hotel surge e questão: que horas nos encontramos para ir ao casório? Ninguém define, ou ousa definir, fica-se aguardando que alguém resolva! Mas quando alguém resolve surgem outras 2 mil opiniões a respeito. Mulher e foda!
Parte II
Bom, antes de sair perguntamos Jess and I, se mamãe pegou os convitinhos para a recepção e............. não. Todas já encaixadas no carro se desencaixam para mama subir e buscar os papeizinhos. Saímos. Chegamos na Igreja, mil sugestões para estacionar, aqui, ali, e o corpinho aqui dirigindo, ou ao menos, tentando. Casamentos em seqüência o nosso era o segundo. Enquanto um acaba padrinhos do próximo já se ajeitam do lado de fora. Uriel noivo demora a aparecer, atrasa mas chega a tempo. Isa emocionada e bamba, nos dois sentidos entra e vai ate o altar com o filho e o ex-marido ao lado. Vai tudo bem, achei q a emoção arrebataria mais mas sister and I tiramos fotos loucamente. Igreja bonita, ornada com pinturas,colunas, capitéis e lustres. A noiva lindinha sem abalos. E boa parte dos convivas estava no altar... lotado. Acho q eram um dez casais de padrinhos de cada uma das partes! Festa no altar! Mas festa mesmo foi no salão. Um pouco atípica pois os convivas entraram, depois os noivos, tiraram fotos com os padrinhos e madrinhas e começou a comilança, sem anuncio algum de que os noivos dançariam uma valsa ou qualquer coisa do gênero que "inaugurasse" a comemoração. Era um dj botando o som, muito bom por sinal, o pessoal sentado e as crianças farreando um pouco na pista de dança. Mas, em certo momento começou a rolar um flash-back e minha sister Jess começou a não se "caber" mais. Começamos a dançar no cantinho, no fundão, próximo ao restroom, onde se encontrava nosso QG estrategicamente escolhido... kkk Dai que Jessie não se continha mais, começamos a "fazer amizade" com amigos de conhecidos e quando saio do restroom só vejo a pista bombando. Jess tinha tomado conta e estava "causando" na pista. Tinha levado o povo para o baile at last! Juntei-me a eles, of course e até arrastei umas meninas que estavam tímidas, mas dançantes num canto. Ai foi só feshta messssssmo! Teve ate dança do créu! Creeeeeeeeeedo! Mas deu pra rir muito! Na hora de ir embora - mama e vovis já tinham partido de táxi, well done - e aí tinha sister, prima, avo do noivo e esposa e não cabia todo mundo num corsinha. Tinha um primo, muito complicado por sinal, que estava de carro mas "o carro estava cheio de caixas e só caberia mais uma pessoa então ele precisava de ajuda para levar o pai e a madrasta home" e ficou me pentelhando. Não tive dúvida, passei a chave do carro pra Jess e disse: "Vai com D´s e leva esse povo pra longe de moi". E foram. Fiquei ate o final da festa papeando com a Sandra, cunhada do noivo e fui embora com ela e o primo Uri. The best choice ever! Pra que ficar sofrendo com a indecisão dos outros? Transferência de responsabilidade já! Nova campanha que vou lançar por ai! Fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuui.
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