Pois eh, pois eh..... Inicialmente o plano era tirar ferias em Buenso Aires. Gripe vai, influenza vem, minha trip mate desistiu de encarar terras portenhas por causa da virose, dai partimos para o palno B, Itacare. E nao e que o local e um charme so? Uma vila, a uma hora de Ilheus, com uma rua principal com comercio "para ingles ver", tudo muito bonitinho e arrumadinho. Mas o entorno e bem diferente. Bonito mesmo o local onde se concentram as pousadas e lojinhas. O resto da cidade parece abandonado, casa pequenas, simples, comercio de rua. Acaba-se nao se vendo muito da realidade Itacareense. O negocio e turistico mesmo. Ir as praias, fazer trilhas, ver cachoeiras e se deliciar com a maravilhosa vista do nordeste brasileiro. Mas tem algo a mais, que difere da cidade grande: todo mundo se conhece por la. Bastou ir ao forro noite dessas que no dia seguinte ja sabem quem e voce, ou ao menos ja te viram "por ai". E o bacana é andar na rua principal, onde todo mundo vai, e ser cumprimentada pelo dono da agencia de turismo, o cara andando de biciceta. Claro q ue a baixa temporada facilita as coisas. Pouca gente na cidade, movimento de turistas menor, e da pra "ver" todo mundo. Coisa que faz falta na cidade grande. Confesso que a adaptaçao a vida na vila foi tranquila, mas a volta a labuta da vida real custou uma semanita... O que a vista de praias e coqueiros e coqueiros e praias nao faz com a gente.... Caminhar na areia, usar chinelo, ver o sol todos os dias e viver sem hora marcada. Life can be simpler...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Desarranjo intestinal
Dia desses alguem teve um desarranjo intestinal. Papo vai, piada vem, nao poderiam faltar as mil maneiras de denominar a tragedia alheia. Esse termo "desarranjo intestinal" e pesado, denso, dificil de falar. Dai vem as expressoes auxiliares como:
- "Estou do avesso"
- "Estou no trono"
- "Virei mágico! Entra solido, sai liquido!!!"
- "Estou reinando"
- "Tudo meio barro, meio tijolo" - adorei essa!
- "Vou fazer merda....." sem comentarios....
- "Acho que vou........ caguei".....sem comentarios2....
- "Estou do avesso"
- "Estou no trono"
- "Virei mágico! Entra solido, sai liquido!!!"
- "Estou reinando"
- "Tudo meio barro, meio tijolo" - adorei essa!
- "Vou fazer merda....." sem comentarios....
- "Acho que vou........ caguei".....sem comentarios2....
terça-feira, 9 de junho de 2009
George Benson in São Paulo
P* show! What else can I say??? Quem é bom, é bom em qualquer coisa! Umas três semanas atrás uma amiga - santa Heidy - mandou email convidando amigos a assistir esse ícone do jazz, o que me fez resgatar a existência de um LP, isso mesmo, long-play que havia comprado deste mestre da guitarra long, long time ago. E era o disco chamado "Give me the night". E não poderia ser outro..... Pelo menos no meu caso. Apesar de não possuir extenso conhecimento de sua discografia, sabia que era bom ate por que ele é tocado no radio a décadas, desde que era pequena. Qualquer um que não conheça Benson, se ouvir um trecho de Give me the night ou In your eyes, lembra na hora. Aquele tipo de musica atemporal, que se reconhece independente de gosto ou opção. Ele esta sempre por ai, no ar, nas ondas do radio.Mas, para começar, ou melhor, re-começar, a abertura do show foi feita por Speranza Spalding, uma jovem cantora, jazzista, que toca baixo acústico e elétrico com um pianista, um guitarrista e um baterista, que fazem um soim fantástico. Achei que nao a conhecia, mas, por conta das ondas do rádio, duas musicas me eram familiares. Mas foi a partir da terceira musica que associei sua voz a uma voz familiar, que já havia ouvido em algum lugar. E esse lugar era o radio, mais especificamente a Radio Eldorado 92,9 - santa radio Eldorado....Back to Benson... a primeira parte do show era um tributo a Nat King Cole, uma homenagem para manter esse mestre na memória. E valeu a pena! A apresentação contava com orquestra, coral, e um som maravilhoso. Interessante que se ele cantasse apenas seus próprios sucessos acredito que o show nao seria tao interessante, com um pouco de historia da musica. E a segunda parte foi chamada de George´s party, e assim foi. Uma festa mesmo! Com direito a baladas antigas - estou ficando antiga...... - e sucessos dançantes e contagiantes com aquela guitarra ao fundo fazendo um som que parecia um scratch. Valeu George! Bis com direito a "On Broadway" e "Never give up - on a good thing". Quem lembrar, lembrou!
terça-feira, 28 de abril de 2009
O Rio de Janeiro continua lindo.....
Ficamos no cantinho da praia, perto do arpoador, "alugamos" cadeiras e gaurda-sol a R$ 3,00 cada "peça" e passamos uma horinha por la. E de repente fomos presenteados com meia dúzia de caças - sim, aviões de defesa mesmo! - passeando por la; na verdade fazendo a maior algazarra pois o som dos motores é estupidamente ensurdecedor e ao mesmo tempo impressionante. Almoçamos num restaurante "á" kilo - porque dizemos "por kilo" em São Paulo, alguém sabe? Well, batemos perna por Copa e a la noche o programa era conhecer o Rio Scenarium, no bairro da Lapa. Em contato com um amigo local, fui informada que seria prudente chegar cedo - antes das 2200hs - e foi o que fizemos. Mas de nada adiantou pois a fila para entrada na casa era kilometrica, sem chance. Caminhamos de volta a rua Mem de Sá e optamos por um bar dos menos cheios e simpático. Ero o Barbieri, com um pequeno mezanino onde quase se encostava a cabeça no teto, mas com atendimento muito bom, caldinho de feijão "bem" cremoso - que quase parecia um creme, mas tava bom pacas -uma caipirinha de saque light e um "escondidinho" maravilhoso. Recomendo!No dia seguinte, domingão, o plano era visitar o Jardim Botânico e almoçar num restaurante por la. Como a fila de entrada do estacionamento era longa e demorada, abortamos a missão e partimos para o plano B.
Mas curiosamente, antes de chegar ao Botânico, paramos sem querer, no Parque Laje, o que foi uma grata surpresa, um pequeno grande jardim com parquinho, varias crianças e uma vegetação tão exuberante quanto ao jardim vizinho. Saindo de lá partimos para o almoço num lugar charmosinho chamado "Delicia Carioca" em Ipanema um restaurante estilo self-service com combinações de saladas interessantes como banana com granola e iogurte por exemplo. Depois do almoço light fomos tomar um sorvetinho na tradicional sorveteria Chaica, lá por perto. Um salão retangular preto decorado com espelhos e iluminação multicolorida, fazendo alusão a uma discoteca dos anos 80. Apesar disso a freqüência era bem variada: uma mesa de uma senhora aniversariante e suas convivas, casais de meia idade, pais e filhos e por ai vai. Pena que a tradição da casa me trouxe um mixuruca sundae que pedi porque o povo resolveu sentar nas mesas la dentro. Por mim tomava um sorvete no balcão mesmo, de pé e feliz. Coisas de saídas em grupo.... Bom, depois dessa "delicia" (sic) gelada partimos para um cineminha, isso mesmo, fomos ao cine em pleno Rio de Janeiro! Pode uma coisa dessas? Pois eh! Pode! E la vem meu poder de adaptação a tona novamente.... primeiro um sundae meia-boca, depois um cine no Rio mas vamos la..... Era estreia de um filme brazuca chamado Divã, e nao e que valeu a pena? Muito bom, audio bom, roteiro bom, atores bons! Ha tempos nao via um filme que valesse a pena. E deu pra dar boas risadas, apesar de ser um drama. So um porem que acontece em qualquer cinema da face da terra: o famoso "ar-refrigerado".... ou seja, leve sempre uma mantinha, mesmo que esteja na cidade maravilhosa por que o ar vai pegar! Valeu a pena ter levado uma camisa para usar por cima do shortinho e da sandalinha...brrrr. Depois do cine um merecido barzinho "Garota de Ipanema" com direito a picanha e complementos. Voltamos a pe para o hotel, tirando fotos ao longo da Av. Vieira Souto. Dia seguinte, segunda, meio de feriado, dia util em todo o pais, andando pela Nossa Sra de Copacabana notava-se alguns caminhando para o trabalho e outros para a praia. Que dureza encarar uma dessas no meio de feriado. Morar no Rio tem disso, turistas ou feriadistas a todo e qualquer momento.
Depois fomos passear no centro, lugar belíssimo, arquitetura encantadora, ruas estreitas, casas coladas uma ao lado da outra, a porta das casas da direto para a rua. Se não olhar para cima nem se percebe a beleza historico-arquitetônica a sua volta. Chegamos ao destino: Confeitaria Colombo, um lugar encantador, tradicionalíssima casa de chás com salão espelhado, garçons com avental preto e branco, estantes altas, forradas com espelhos, lustres enormes e doces maravilhosos.
Terça de manha, véspera de partida acordei cedo e fui caminhar na Av. Atlantica. Era como se fosse caminhar no parque em Sao Paulo e La estava eu, no meio do povo, me sentindo parte daquilo, vendo todo tipo de gente andando, correndo, passeando, jogando volei e futebol na praia. E o melhor de tudo era o tempo nublado, que permitia uma caminhada refrescante, que logo se tornaria um diluvio andante.
Marquei meu tempo de saida e de volta pois deveria estar de volta ao hotel com a mala prontas as 1100hs. No que bato meia-volta começa a chover um pouco. Me abrigo num posto de gasolina no meio da avenida. A chuva diminui, saio anadando. A chuva volta torrencial, meu tempo estava curto, e nao sabia exatamente o quanto tinha andado. Tinha que chegar a tempo, e assim fui, tomando aquela chuva gostosa, ensopando a roupa e o tenis, ja nao havia mais o que fazer, mas fazer parte daquilo. E a rua do hotel que nao chegava nunca! Tinha perdido a noçao do quanto caminhara. Ate que enfim cheguei, molhadinha, direto pro banho e para arrumar as malas enquanto o pessoal ia tomar um café. Foi a conta certa! Saimos direto para o Distrito Naval, visitar o navio-museu Riachuelo e depois para a estrada. What a trip!
segunda-feira, 30 de março de 2009
Gosto muito disso tudo
Fazer um "big mac" com bolacha cream-cracker e requeijão.
Andar descalça por ai e sentir os pés no chão.
Sair do banho, vestir um roupão e ficar na cama "secando".
Assistir um filme de época como Henrique VIII.
Comer pão torrado de manhã. Pão italiano.
Sair pra dançar vespera de feriado sem ter hora para acordar. Acordar tarde, fazer nada e voltar pra cama sem culpa. Andar no parque.
Reaproveitar ou reciclar sapatos e roupas, não apenas por uma uqestão de economia mas por uam questão de prolongar a vida util de algo que se gosta, confortável, bonito, do tipo peça única que não se quer perder mais de vista. Infelizmente nada é para sempre mas , como diria Drummond - "que seja eterno enquanto dure".
Andar descalça por ai e sentir os pés no chão.
Sair do banho, vestir um roupão e ficar na cama "secando".
Assistir um filme de época como Henrique VIII.
Comer pão torrado de manhã. Pão italiano.
Sair pra dançar vespera de feriado sem ter hora para acordar. Acordar tarde, fazer nada e voltar pra cama sem culpa. Andar no parque.
Reaproveitar ou reciclar sapatos e roupas, não apenas por uma uqestão de economia mas por uam questão de prolongar a vida util de algo que se gosta, confortável, bonito, do tipo peça única que não se quer perder mais de vista. Infelizmente nada é para sempre mas , como diria Drummond - "que seja eterno enquanto dure".
quarta-feira, 18 de março de 2009
Você tem experiência?
Texto recebido por email que vale a pena ler e reler.
****
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta:"Você tem experiência?"
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovadoe seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembradopor sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.REDAÇÃO VENCEDORA: "Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimeibrincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Jáconversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis serastronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrásda cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Játomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundisentimentos. Peguei atalho·errado e continuo andando pelo desconhecido. Járaspei o·fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a·barbaapressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumaspessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Jásubi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta.Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro daescola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre,e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Jáfiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vipôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontadede voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei acidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo doescuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamentepra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiqueicom medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei defelicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que
era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei nagrama de madrugada vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo,mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir semrazão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes daemoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me
interroga? Me encosta à parede e grita: "Qual sua experiência?". Essapergunta ecoa no meu cérebro: experiência.
Experiência... Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?Não!Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagaruma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?"
****
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta:"Você tem experiência?"
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovadoe seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembradopor sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.REDAÇÃO VENCEDORA: "Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimeibrincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Jáconversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis serastronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrásda cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Játomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundisentimentos. Peguei atalho·errado e continuo andando pelo desconhecido. Járaspei o·fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a·barbaapressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumaspessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Jásubi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta.Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro daescola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre,e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Jáfiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vipôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontadede voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei acidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo doescuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamentepra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiqueicom medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei defelicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que
era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei nagrama de madrugada vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo,mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir semrazão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes daemoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me
interroga? Me encosta à parede e grita: "Qual sua experiência?". Essapergunta ecoa no meu cérebro: experiência.
Experiência... Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?Não!Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagaruma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?"
segunda-feira, 2 de março de 2009
Squindolelê-lalá
What an unusual Carnival! Pra começar, novidades aconteceram antes do Carná. Conhecendo novas pessoas e amigos dos amigos. What a surprise! E o melhor de tudo: sem esperar nada de ninguem! Recentemente conheci amigo de uma nova amiga, em mudança de apartamento por conta de recente separaçao. Como houve empatia, na vespera de Carnaval ele me informa da mudança as presssas que fara dentro de uma semana e pede acessoria na compra de moveis para o apartamento que ira locar. Sabadao de Carnaval marcamos de ver o apartamento e tirar medidas, depois partimos ao seu apartamento antigo pára ter uma ideia de mobiliario, iluminaçao etc. A la noche convido todos para uma apresentaçao de samba-rock na Rua Augusta, o que foi uma saida muito feliz, casa lotada, gente simpatica e dançante e nada de samba a vista. So samba-rock do bom e velho "Clube do Balanço". Convidei para ir la a Martha, Claucio e Evelin. Eles não foram mas foram, no lugar deles: Katia, Jefferson e Simone. E como chegamos cedo andamos ate o pedaço da pizza para matar a fome e ver a fauna da Rua Augusta, muito interessante por sinal. Varias casas de strip, recepçoes repletas de espelhos, moças bonitas, ou não tao bonitas assim nas calçadas. Seguranças das casas noturnas propagandeando as casa e as garotas e por ai vai.
No dia seguinte meu "cliente" oferece um jantar em sua casa ao que aceito com muito gosto. Como estava passando o dia tomando sol na piscina do flat onde mora Martha, vulgo "Clube Richelieu", tive a cara de pau de convidar os colegas de piscina - listados para o samba rock da noite anterior - e nos encarregamos das bebidas e sobremesa. E o encontro deu samba, so tinha gente bacana, de entrada um pate de queijo gratinado com pao italiano e vinho tinto. De main course macarrao com salmao, muito bom, e de sobremesa bolo e sorvete. Enfim. Muito bom e agradavel.
Segunda de Carná, recebo torpedo do meu "client" informando que iria ao shopping "explorar" vendedores para adquirir eletrodomesticos, e convidando para participar do "evento", ao que aceito prontamente. Vamos Kats, Jeff and I ao Shopping Morumbi fazer exploraçao de preços, negocio fechada em poucas horas. Almoçamos por la e esticamos para um cineminha, "O curioso caso de Benjamim Button", belissimo filme de 3 horas de duraçao que passam desapercebidas e fazem pensar. Saimos os tres meio calados e Jeff leva cada um para seu canto. Thanks Jeff.
Terça de Carná, vou no "Richelieu" tomar um sol mas o tempo fecha. Vamos a casa de uma amiga que mora por perto e por la assistimos Agente 86 e Fatal, com Penelope Cruz, fizemos macarrao com molho de tomate e queijo gorgonzola e brocoli, cantamos no karaoke da dona da casa, o que inicialmente não me interessou mas depois ate que me animei e escolhi um "Just a Gigolo" que fez sucesso entre todos. Saindo de la a pe, escutamos um pouco de samba proximo a Praça Benedito Calixto. Era o bloco do "vai quem quer" já no fim da noite. Alguns gatos pingados e uns pingos vindos do ceu tambem.
Quarta de cinzas, moleza no corpo, alguns dias sem hora para acordar mas fui cortar os cachos que já estavam longos demais. Na sequencia fui ver alguns endereços de imoveis a venda pois estou a procura do meu canto. Volto para casa, começa a chover forte e fico de molho, no aguardo do retorno a algum dia util. A quinta e sexta são usufruidas com muito trabalho.
Na vespera do carnaval um amigo "amante" entrou em contato após longa data. Trocamos algumas ideias on line e fiquei de ligar. Na sexta de Carnaval me animei e resolvi convida-lo para um café, chopp, sei la, convite que foi prontamente aceito. Mas tudo não passava de um codigo para um furtivo encontro. Cheguei e me percebi um pouco nervosa mas determinada. Não fiquei totalmente a vontade mas queria experimentar a sensaçao do "no commitment" mais uma vez. Depois fomos tomar um chopp com espetinho com mais um amigo, o que rendeu bom papo e troca de cartao para futuros contatos profissionais. E na despedida, uma despedida de amigos, nada demais, o que me deixou sentindo a falta de algo mais.
Sabadao, levantei disposta a me exercitar, fui nadar na academia, almoçar na vó e passar a tarde na piscina do "Clube Richelieu". Eita tarde gostosa, sabadao preguiçoso, fiquei na piscina ate as 2000hs. Depois fomos comer um lanche na Vila Madalena. Chegeui em casa perto das 23hs com compromisso de zouk. Tomei banho e sai para bailar, o que rendeu uma noite rica em boa musica e bons parceiros, com algumas surpresas, um encontro com um conhecido de longa data, alto, do tipo "meu numreo" e o convite de um amigo de dança para "leva-lo" para casa.... Pode? Ao que encarei com muita lisonja mas não era o caso de sintonia. Muita calma nessa hora....So fazendo "cara de paisagem"..... No mais, o baile rendeu ate as 4 da manha em muito boa compania de amigos, aniversariantes, dança e bolo.
Domingao, o "Clube Richelieu" convida novamente. Antes de passar la vou ver um flat a venda na Rua Butanta, boa localizaçao mas o espaço e um quarto com banheiro e so. Não me apeteceu em nada. Passo a tarde na piscina papeando, jacarezando. Na hora da fome pegamos uma quentinha do restaurante arabe que tinha logo ao lado. Depois levamos bolo e sorvete e ficamos por la ate o entardecer. Depois vamos ao salao de jogos sinucar e pinponguear. Subo pra casa de Martha, ficamos ouvindo cds, Clausio aparece, ouvimos mil musicas variadas, ele se queixa de dor nos onbros e ofereço meus prestimos massagisticos, que são aceitos, e muito bem aceitos. Tomomos um suco e vou-me embora la pelas dez da noite. Que Carbaval gostoso, livre, leve, não programado, economico, sem transito ou filas.
Sem squindolelê-lalá.
No dia seguinte meu "cliente" oferece um jantar em sua casa ao que aceito com muito gosto. Como estava passando o dia tomando sol na piscina do flat onde mora Martha, vulgo "Clube Richelieu", tive a cara de pau de convidar os colegas de piscina - listados para o samba rock da noite anterior - e nos encarregamos das bebidas e sobremesa. E o encontro deu samba, so tinha gente bacana, de entrada um pate de queijo gratinado com pao italiano e vinho tinto. De main course macarrao com salmao, muito bom, e de sobremesa bolo e sorvete. Enfim. Muito bom e agradavel.
Segunda de Carná, recebo torpedo do meu "client" informando que iria ao shopping "explorar" vendedores para adquirir eletrodomesticos, e convidando para participar do "evento", ao que aceito prontamente. Vamos Kats, Jeff and I ao Shopping Morumbi fazer exploraçao de preços, negocio fechada em poucas horas. Almoçamos por la e esticamos para um cineminha, "O curioso caso de Benjamim Button", belissimo filme de 3 horas de duraçao que passam desapercebidas e fazem pensar. Saimos os tres meio calados e Jeff leva cada um para seu canto. Thanks Jeff.
Terça de Carná, vou no "Richelieu" tomar um sol mas o tempo fecha. Vamos a casa de uma amiga que mora por perto e por la assistimos Agente 86 e Fatal, com Penelope Cruz, fizemos macarrao com molho de tomate e queijo gorgonzola e brocoli, cantamos no karaoke da dona da casa, o que inicialmente não me interessou mas depois ate que me animei e escolhi um "Just a Gigolo" que fez sucesso entre todos. Saindo de la a pe, escutamos um pouco de samba proximo a Praça Benedito Calixto. Era o bloco do "vai quem quer" já no fim da noite. Alguns gatos pingados e uns pingos vindos do ceu tambem.
Quarta de cinzas, moleza no corpo, alguns dias sem hora para acordar mas fui cortar os cachos que já estavam longos demais. Na sequencia fui ver alguns endereços de imoveis a venda pois estou a procura do meu canto. Volto para casa, começa a chover forte e fico de molho, no aguardo do retorno a algum dia util. A quinta e sexta são usufruidas com muito trabalho.
Na vespera do carnaval um amigo "amante" entrou em contato após longa data. Trocamos algumas ideias on line e fiquei de ligar. Na sexta de Carnaval me animei e resolvi convida-lo para um café, chopp, sei la, convite que foi prontamente aceito. Mas tudo não passava de um codigo para um furtivo encontro. Cheguei e me percebi um pouco nervosa mas determinada. Não fiquei totalmente a vontade mas queria experimentar a sensaçao do "no commitment" mais uma vez. Depois fomos tomar um chopp com espetinho com mais um amigo, o que rendeu bom papo e troca de cartao para futuros contatos profissionais. E na despedida, uma despedida de amigos, nada demais, o que me deixou sentindo a falta de algo mais.
Sabadao, levantei disposta a me exercitar, fui nadar na academia, almoçar na vó e passar a tarde na piscina do "Clube Richelieu". Eita tarde gostosa, sabadao preguiçoso, fiquei na piscina ate as 2000hs. Depois fomos comer um lanche na Vila Madalena. Chegeui em casa perto das 23hs com compromisso de zouk. Tomei banho e sai para bailar, o que rendeu uma noite rica em boa musica e bons parceiros, com algumas surpresas, um encontro com um conhecido de longa data, alto, do tipo "meu numreo" e o convite de um amigo de dança para "leva-lo" para casa.... Pode? Ao que encarei com muita lisonja mas não era o caso de sintonia. Muita calma nessa hora....So fazendo "cara de paisagem"..... No mais, o baile rendeu ate as 4 da manha em muito boa compania de amigos, aniversariantes, dança e bolo.
Domingao, o "Clube Richelieu" convida novamente. Antes de passar la vou ver um flat a venda na Rua Butanta, boa localizaçao mas o espaço e um quarto com banheiro e so. Não me apeteceu em nada. Passo a tarde na piscina papeando, jacarezando. Na hora da fome pegamos uma quentinha do restaurante arabe que tinha logo ao lado. Depois levamos bolo e sorvete e ficamos por la ate o entardecer. Depois vamos ao salao de jogos sinucar e pinponguear. Subo pra casa de Martha, ficamos ouvindo cds, Clausio aparece, ouvimos mil musicas variadas, ele se queixa de dor nos onbros e ofereço meus prestimos massagisticos, que são aceitos, e muito bem aceitos. Tomomos um suco e vou-me embora la pelas dez da noite. Que Carbaval gostoso, livre, leve, não programado, economico, sem transito ou filas.
Sem squindolelê-lalá.
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